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segunda-feira, 11 de julho de 2022

Indiferença.


INDIFERENÇA


Não sei por que razão, não entendo,

porque insistes tanto em dizer que não.

Não vês o quanto estou sofrendo,

e tão machucado está meu coração?


Às vezes em que te procuro ver,

persistes sempre em me evitar.

Ignoras que este pobre e humilde ser,

nasceu e vive somente para te amar.


Quando na rua te vejo passar,

meu corpo treme, meu coração aperta,

louco de desejo fico a te olhar.

Na minha solidão, uma ansiedade é certa,

sem a esperança de poder te amar.


R.S. Furtado.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Doar.

 

DOAR 

“Doe de coração para ajudar e não para se mostrar, pois, não adianta doar e depois se arrepender e lamentar porque doou.” 

R.S.Furtado

segunda-feira, 15 de março de 2021

Desilusão.

DESILUSÃO


Que mais importância tem viver, se a vida,

Já não é a mesma de antes feliz, e vivida,

Nos saudosos tempos de outrora?

Para que serve mais viver, se a saudade,

É tudo que me restou, e que me invade,

Em todo momento, e a qualquer hora?


Partiu de mansinho, sem nenhuma despedida,

Nem sequer pensou que a sua partida,

Chegasse a ferir de alguém, o coração.

Levou consigo a alegria e a felicidade,

De um ser que jamais esperou tanta maldade,

E uma prova de tamanha ingratidão.


Sem alento, desprezado e de coração partido,

Sigo caminhando sozinho e desiludido,

Neste mundo cruel e sem compaixão.

Descrente do amor e descrente de tudo,

Desisti de amar, pois assim não me iludo,

Nem tampouco degrado, meu pobre coração.

 

E, por nada mais ansiar, e nenhuma esperança,

Seguirei meus passos, só com a lembrança,

Dos dias felizes, com muito amor e paixão.

Levarei na bagagem muita dor e sofrimentos,

Saciarei minha sede com os meus tormentos,

E matarei minha fome, com a minha desilusão.


R.S. Furtado


segunda-feira, 16 de março de 2020

Inútil Ilusão;






INÚTIL ILUSÃO 

Eu queria poder voltar a ter o teu amor de verdade,
Reviver toda àquela nossa louca paixão.
Acabar de uma vez com essa angústia, essa saudade,
Que machuca, maltrata, dilacera o meu coração.

Sinto falta das noites que juntinhos passamos,
Sentindo a brisa do mar, sob os raios do luar.
Como dois sedentos; alucinados nos amamos,
Como animais, sem pudor, sem tempo pra parar.

Se por acaso voltares pra mim, que felicidade,
Darás um fim na minha amarga e triste solidão.
Mas, não sei se por pirraça, ou mesmo por maldade,
Continuas firme, insistindo em dizer que não.

Até quando não sei, permanecerá essa ansiedade,
Nem tampouco, essa minha espera em vão.
Quem sabe, um dia, eu desperte para a realidade,
E elimine definitivamente essa inútil ilusão.

R.S. Furtado


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Desilusão.


DESILUSÃO

Que mais importância tem viver, se a vida,
Já não é a mesma de antes feliz, e vivida,
Nos saudosos tempos de outrora?
Pra que serve mais viver, se a saudade,
É tudo que me restou, e que me invade,
Em todo momento, e a qualquer hora?

Partiu de mansinho, sem nenhuma despedida,
Nem sequer pensou que a sua partida,
Chegasse a ferir de alguém, o coração.
Levou consigo a alegria e a felicidade,
De um ser que jamais esperou tanta maldade,
E uma prova de tamanha ingratidão.

Sem alento, desprezado e de coração partido,
Sigo caminhando sozinho e desiludido,
Neste mundo cruel e sem compaixão.
Descrente do amor e descrente de tudo,
Desisti de amar, pois assim não me iludo,
Nem tampouco degrado, meu pobre coração.

E, por nada mais ansiar, e nenhuma esperança,
Seguirei meus passos, só com a lembrança,
Dos dias felizes, com muito amor e paixão.
Levarei na bagagem muita dor e sofrimentos,
Saciarei minha sede com os meus tormentos,
E matarei minha fome, com a minha desilusão.

R.S. Furtado

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Setentaesetando.

  
SETENTAESETANDO

Em quarenta e um eu fui feito,
Em quarenta e dois eu cheguei.
Tão logo ao chegar, fui eleito,
Do humilde lar, o verdadeiro rei.

No meu pai, sorrisos de felicidade,
Delatava a alegria do seu coração.
Na minha mãe, rolavam a vontade,
Lágrimas, produtos de tanta emoção.

O tempo aos poucos foi passando,
Aos poucos, também fui crescendo.
E as batalhas da vida, enfrentando,
Ganhando umas, outras perdendo.

Olho para os céus e agradeço a DEUS,
Por presentear-me os bens, meus afetos.
Causa da minha alegria, dos sorrisos meus,
Minhas mulheres, meus filhos e netos.

Pela vida, com garra, sempre batalhei,
E com a mesma garra seguirei batalhando.
Há dois anos, feliz SETENTAECINQUEI,
Hoje, feliz estou SETENTAESETANDO.

SENHOR MEU DEUS! SENHOR MEU PAI!

Eis que mais uma vez, a vós me entrego de corpo e espírito, e agradeço pela bênção e a proteção que me destes durante todos estes 77 anos e nove meses de vida, guiando-me bondosa e incansavelmente sempre pelo caminho do bem e da solidariedade para com o próximo, mesmo o próximo estando distante. Peço que continueis sempre abençoando e protegendo não só a mim, mas, a minha família, aos meus amigos e a todos aqueles que de vós precisaram, precisam e, com certeza haverão de precisar. Muito obrigado por tudo meu PAI! Fazei de mim instrumento da vossa vontade. Eu vos amo.

MEUS QUERIDOS AMIGOS!

Como muitos já sabem, hoje é um dia muito especial para mim e para dois dos meus filhos, pois foi exatamente nesta data que ao chegar aqui no Brasil, a primavera trouxe-nos em suas bagagens. Eu, em 1942, Rosemildo Filho, em 1970 e Rosenildo em 1976.

Aproveito a oportunidade para levantar as mãos para os céus e, em meu nome e em nome deles, agradecer ao nosso bom DEUS por não ser uma quimera, mas sim, estarmos vivendo mais uma primavera.

Beijos com muito carinho para todos.

QUE DEUS SEJA LOUVADO!

Rosemildo Sales Furtado 

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Amarga missão.



AMARGA MISSÃO

Já não mais sei quem sou,
Nem tampouco quem eu era
Se fui feliz ou não, já passou,
Vivo a vida numa eterna espera.
Dos dias que a mim decretou,
O destino a uma lida severa.

Já não mais tenho esperanças,
De algo de bom nesta vida.
Perambulo em minhas andanças,
Buscando um pouco de guarida.
Sem nada deixar de lembranças,
Até a hora da minha partida.

Sou um ser que não vive, vegeta,
E quem sabe, talvez sem coração.
Que veio ao mundo só cumprir a meta,
De penar em constante solidão.
E a uma vida de sofrimentos era certa,
Pois essa era a sua amarga missão.

R.S. Furtado

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Contraste.


CONTRASTE

Toda em amor desperta apaixonada,
Nos meus braços caía languemente.
De passos em desmaios, abrasadas,
Pela caricia do meu beijo ardente.

Coração, alma, vida, me entregava,
E, nas juras de amor que eu lhe fazia.
Ela tão meigamente acreditava,
No entanto eu lhe fingia...
Pela mulher que assim me idolatrava,
Dentro em meu peito, amor não existia...

Depois ela por certo compreendendo,
Do meu afeto o simples fingimento.
Seu louco amor por mim fenecendo,
E nascendo de então o meu tormento.

Minhas juras de amor não acatavam,
Nos seus em flor já não queria,
O meu beijo que tanto lhe abrasara.
No entanto eu não fingia.
Pela mulher que assim me precisava,
Dentro em meu peito, amor muito existia.

R.S. Furtado


segunda-feira, 8 de abril de 2019

Recusa.

    RECUSA

Do silêncio ou do cárcere cativo,
Contando um dissabor a cada instante.
Não tem meu coração bater vibrante,
Não sei se morto estou ou se estou vivo.

Para este meu viver tão purgativo.
A tepidez deste teu ronco arfante,
Teu carinho e teu beijo provocante,
Não trarão alegrias e lenitivo.

Sem tua voz eu ouvir, ou se eu ouvisse,
Tuas palavras doces, sonorosas,
Cheias de encanto e cheias de meiguice.

Surgiram-me raios de esperança.
Prazer, claras manhãs, tardes de rosas,
Porque de amar meu coração não cansa.

R.S. Furtado

MEUS QUERIDOS AMIGOS!

Infelizmente tive que me ausentar por alguns dias deste nosso maravilhoso mundo virtual. É que, mais uma vez, o meu querido parceiro (PC) apresentou um problema de saúde, e teve que ser submetido a um transplante de coração (placa mãe), só que, a incompatibilidade dos órgãos encontrados falou mais alto, pois a idade do paciente não favorecia, devido ao avanço tecnológico.

Espero que me perdoem, e que me permitam continuar sendo merecedor desse prazeroso convívio.

Beijo no coração de todos.




segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Momentos.


MOMENTOS

Chegaste assim lentamente... De mansinho,
Sem alardes, em silêncio, repleta de emoção.
E conseguiste com malícia e com jeitinho,
Conquistar meu indomado e arisco coração.

Lembro-me ainda como se fosse agora,
Que para troca de carícias, se aguardava o ensejo.
Lembro-me também, da inesquecível hora,
Que fiquei deslumbrado com teu primeiro beijo.

Quantas noites felizes, momentos marcantes,
Momentos de amor, de luxúria, de amantes,
Reveladores momentos, da nossa grande paixão.

Mas, hoje do passado só lembranças existem,
Mais as saudades que massacram e ainda persistem,
E de momentos de tristezas, enchem minha solidão.

R.S. Furtado.

Reedição


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Indiferença.


INDIFERENÇA



Não sei por que razão, não entendo,

porque insistes tanto em dizer que não.

Não vês o quanto estou sofrendo,

e tão machucado está meu coração?



Às vezes em que te procuro ver,

persistes sempre em me evitar.

Ignoras que este pobre e humilde ser,

nasceu e vive somente para te amar.



Quando na rua te vejo passar,

meu corpo treme, meu coração aperta,

louco de desejo fico a te olhar.

Na minha solidão, uma ansiedade é certa,

sem a esperança de poder te amar.



R.S. Furtado.

Reedição


segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Nos tempos de outrora.


NOS TEMPOS DE OUTRORA

Se eu soubesse onde estás agora,
Juro-te, sairia sem atentar para a hora,
Correndo como louco, ao teu almejado encontro.
Te abraçaria e beijaria como antigamente,
Afogaria esta dor, imensa e persistente,
E dizimaria este meu terrível pranto.

E a saudade que me invade a todo momento,
E que faz da minha vida um eterno tormento,
Mesmo assim, ameniza minha desilusão.
De jamais algum dia, eu ter-te de volta,
Seja sonho ou não, para mim pouco importa,
O que importa é o alento para o meu coração.

Recordar os instantes juntinhos de ti,
E os prazeres do amor que contigo senti,
É tudo que quero, o meu ser implora.
Pelos teus carinhos, beijos, devaneios,
Quando atendias todos os meus anseios,
Nos idos, passados, nos tempos de outrora.

R.S. Furtado

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