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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Recusa.

    RECUSA

Do silêncio ou do cárcere cativo,
Contando um dissabor a cada instante.
Não tem meu coração bater vibrante,
Não sei se morto estou ou se estou vivo.

Para este meu viver tão purgativo.
A tepidez deste teu ronco arfante,
Teu carinho e teu beijo provocante,
Não trarão alegrias e lenitivo.

Sem tua voz eu ouvir, ou se eu ouvisse,
Tuas palavras doces, sonorosas,
Cheias de encanto e cheias de meiguice.

Surgiram-me raios de esperança.
Prazer, claras manhãs, tardes de rosas,
Porque de amar meu coração não cansa.

R.S. Furtado

MEUS QUERIDOS AMIGOS!

Infelizmente tive que me ausentar por alguns dias deste nosso maravilhoso mundo virtual. É que, mais uma vez, o meu querido parceiro (PC) apresentou um problema de saúde, e teve que ser submetido a um transplante de coração (placa mãe), só que, a incompatibilidade dos órgãos encontrados falou mais alto, pois a idade do paciente não favorecia, devido ao avanço tecnológico.

Espero que me perdoem, e que me permitam continuar sendo merecedor desse prazeroso convívio.

Beijo no coração de todos.




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Recusa.



RECUSA

Do silêncio ou do cárcere cativo,
Contando um dissabor a cada instante.
Não tem meu coração bater vibrante,
Não sei se morto estou ou se estou vivo.

Para este meu viver tão purgativo.
A tepidez deste teu ronco arfante,
Teu carinho e teu beijo provocante,
Não trarão alegrias e lenitivo.

Sem tua voz eu ouvir, ou se eu ouvisse,
Tuas palavras doces, sonorosas,
Cheias de encanto e cheias de meiguice.

Surgiram-me raios de esperança.
Prazer, claras manhãs, tardes de rosas,
Porque de amar meu coração não cansa. 

R. S. Furtado

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