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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Recusa.

    RECUSA

Do silêncio ou do cárcere cativo,
Contando um dissabor a cada instante.
Não tem meu coração bater vibrante,
Não sei se morto estou ou se estou vivo.

Para este meu viver tão purgativo.
A tepidez deste teu ronco arfante,
Teu carinho e teu beijo provocante,
Não trarão alegrias e lenitivo.

Sem tua voz eu ouvir, ou se eu ouvisse,
Tuas palavras doces, sonorosas,
Cheias de encanto e cheias de meiguice.

Surgiram-me raios de esperança.
Prazer, claras manhãs, tardes de rosas,
Porque de amar meu coração não cansa.

R.S. Furtado

MEUS QUERIDOS AMIGOS!

Infelizmente tive que me ausentar por alguns dias deste nosso maravilhoso mundo virtual. É que, mais uma vez, o meu querido parceiro (PC) apresentou um problema de saúde, e teve que ser submetido a um transplante de coração (placa mãe), só que, a incompatibilidade dos órgãos encontrados falou mais alto, pois a idade do paciente não favorecia, devido ao avanço tecnológico.

Espero que me perdoem, e que me permitam continuar sendo merecedor desse prazeroso convívio.

Beijo no coração de todos.

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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

As flores do meu jardim.

    

AS FLORES DO MEU JARDIM

Sou feliz, Deus me deu Richard, meu neto,
Deu-me também seis lindas netinhas.
Bruna, Mariana, Júlia, Bianca, Monique
E Monalisa, a sua irmã. Que gracinhas!

Hoje, levanto as mãos para os céus
E agradeço ao Pai com louvor.
Pela bendita graça e pelos troféus,
Que me foram concedidos com amor.

Um belo cravo e seis lindas rosas,
Minhas prendas, meus amores.
Minhas dádivas maravilhosas,
Que do meu jardim são as flores. 

R.S. Furtado 
 
Escrevi esta baboseira dedicada aos meus queridos netos, que para mim, serão sempre crianças. 

SALVE O DIA DAS CRIANÇAS!

Beijos para todas as crianças do mundo.

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sábado, 25 de outubro de 2014

Rosas.


ROSAS

Rosas que já vos fostes, desfolhadas
Por mãos também que já se foram, rosas
Suaves e tristes! rosas que as amadas,
Mortas também, beijaram suspirosas...

Umas rubras e vãs, outras fanadas,
Mas cheias do calor das amorosas...
Sois aroma de alfombras silenciosas,
Onde dormiram tranças destrançadas.

Umas brancas, da cor das pobres freiras,
Outras cheias de viço e de frescura,
Rosas primeiras, rosas derradeiras!

Ai! quem melhor que vós, se a dor perdura,
Para coroar-me, rosas passageiras,
O sonho que se esvai na desventura?

Alphonsus de Guimaraens
 

Leia mais um belo poema e um resumo da biografia do autor aqui:

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