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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Oitentinha.

    

OITENTINHA


Senhor meu DEUS, senhor meu PAI,

Eis que nesta data, mais uma vez,

O meu sonho se torna realidade.

Lá do alto, sobre mim, uma dádiva cai,

Vosso amor por este pobre ser se refez,

Permitindo-me mais um ano de idade.


Obrigado meu PAI, por mais este ano,

De dores, tristezas, de gozos e alegrias,

Mas sem perder a esperança, nunquinha.

De realizar meu sonho, concretizar meu plano,

Vivendo saudáveis e felizes os meus dias,

E com vossa graça, comemorar oitentinha.


Eu vos prometo meu PAI, eu vos juro,

Ser bem melhor do que fui no passado,

Para protelar por mais um ano a partida.

Fazendo o bem, purificando o impuro,

Trazendo de volta o infeliz debandado,

E comigo comemorar mais um ano de vida.

 

R.S. Furtado

MEUS QUERIDOS AMIGOS

 

Hoje, 23 de setembro, como a maioria de vocês sabem, eu e meus dois filhos estamos aniversariando, Rosemildo Filho completa 52 anos e Rosenildo completa 46 anos. Eu, particularmente, estou chegando aos oitentinha com a graça de DEUS.

As pessoas costumam dizer que o tempo passa rápido. Será? Alguém já parou para pensar nesse detalhe? Eu já! E a curiosidade falou mais alto. Afinal, 80 anos não são 80 dias.

80 anos é simplesmente igual a 960 meses ou, 29.220 dias ou, 701.280 horas ou, 42.076.800 minutos ou, 2.524.608.000 segundos.

Bobagem né, o importante é que estamos vivos e saudáveis, em condições de agradecer ao nosso querido PAI pela graça de termos chegado até aqui, e com a esperança de alcançar mais uns aninhos no futuro.

QUE DEUS SEJA LOUVADO”

Rosemildo Sales Furtado

Obs: Os cálculos foram efetuados considerando-se que de 1942 a 2022, tivemos 20 anos bissexto. Portanto, foram 60 anos compostos de 365 dias e 20 anos compostos de 366 dias.


segunda-feira, 4 de outubro de 2021

As flores do meu jardim.


AS FLORES DO MEU JARDIM

 

Sou feliz, Deus me deu Richard, meu neto,

Deu-me também seis lindas netinhas.

Bruna, Mariana, Júlia, Bianca, Monique

E Monalisa, a sua irmã. Que gracinhas!


Hoje, levanto as mãos para os céus

E agradeço ao Pai com louvor.

Pela bendita graça e pelos troféus,

Que me foram concedidos com amor.

 

Um belo cravo e seis lindas rosas,

Minhas prendas, meus amores.

Minhas dádivas maravilhosas,

Que do meu jardim são as flores.


R.S. Furtado


SALVE O DIA DAS CRIANÇAS!


Escrevi esta baboseira dedicada aos meus queridos netos que, para mim, serão sempre crianças.


quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Setentaoitando.



SETENTAOITANDO


Mais um ano de batalha se passou,

Mais um dia que poderia ser de festa.

Mas não é, devido ao mal que infestou,

O mundo inteiro de tudo que não presta.


Com certeza, em tamanha situação,

Ninguém, em sã consciência pensaria.

Viver num mundo de cruel degradação,

Causada por esta horrenda pandemia.


Graças a DEUS por tudo isso atravessei,

E vou vivendo, firme e forte, caminhado.

Ano passado, com ELE aqui setentaesetei.

Com ELE ao lado, hoje estou setentaoitando.

 

“QUERIDOS AMIGOS”

Mais um ano de batalha se passou, mais um dia que chega e que poderia ser de festa, pois como muitos sabem, hoje é dia do meu 78º aniversário, e também aniversário dos meus dois filhos, Rosemildo Filho, que completa 50 anos e Rosenildo Furtado completando 44.

Como poderíamos pensar em festa se, Infelizmente, vivemos momentos bastante difíceis em função desta horrenda pandemia que assola não somente o Brasil, mas o mundo inteiro, com 31.110.403 casos confirmados e 961.544 mortes, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, do dia 21 de setembro próximo passado? São milhões de irmãos sofrendo, não só por verem seus entes queridos padecendo nos hospitais, como também pelas perdas por vidas ceifadas.

Resta-nos tão somente agradecer ao nosso querido PAI por ainda estarmos vivos, pedir a ELE a cura para aqueles que ainda lutam pela vida, e perdão, bênção e proteção para aqueles que nos deixaram, iluminando os seus passos por todas as suas trajetórias.

“QUE DEUS SEJA LOUVADO”

Beijos para todos.

Rosemildo Sales Furtado 

 

segunda-feira, 30 de março de 2020

Senhor meu DEUS.


Senhor meu DEUS! Senhor meu PAI!

Eis que mais uma vez, eu, vosso simples e devotado servo, parte vivente desta vossa maravilhosa criação que é o mundo, imbuído da mais forte e inabalável FÉ, suplico humildemente a vossa valorosa e vital misericórdia, no sentido de banir este mal que somente aniquila e tanto flagela este povo, também vossas criaturas.

Iluminai as mentes de todos aqueles que, direta ou indiretamente, buscam uma solução para acabar de uma vez por todas com este Coronavírus, e fazei com que a encontrem o mais rápido possível para que se possa dar um fim a esta pandemia que ora se apresenta no nosso planeta.

Em nome de todos, antecipadamente vos agradeço meu PAI, e peço que façais de nós instrumentos da vossa vontade.

Nós vos amamos!

“QUE DEUS SEJA LOUVADO”

R.S. Furtado 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Ao Papai Noel.


Ao Papai Noel.

Sabe Papai Noel, eu não ia escrever não. Sabe por quê? Porque eu tava com raiva do senhor. É! Tava mesmo. Eu ainda estou, mas, só um tiquito de nada. Todo ano eu esperava um presente e nunca ganhava nada. O último ano, como eu não tinha sapato, – disseram que o senhor só botava o presente no sapato – aí eu botei o sapato velho de pai. Foi um sapato que ele achou no lixo. É que pai vive catando lixo. No dia que os carros passam, ele sai bem cedinho, que é pra catar o lixo antes do carro passar. O povo sempre bota o lixo pra fora de noite porque o carro não tem hora pra passar no outro dia. Mãe disse que o senhor não botou o presente, porque o sapato tava furado e fedendo ao chulé de pai. Mãe num trabalha por causa da minha irmã pixitita, mas ela ajuda pai a separar o lixo. Ela só sai de tarde, porque vai na casa duns ricos que moram aqui perto. Tem uma empregada lá, que junta os restos de comida que ficam nos pratos, bota numa lata, e dá pra mãe trazer pra gente comer. Sabe Papai Noel, teve um ano que eu tava com tanta raiva, que eu desejei que desse um vento bem forte, e derrubasse a tua carrocinha com os presentes aqui bem pertinho do viaduto. Ah! Eu nem falei! É que a gente mora embaixo dum viaduto no caminho que vai pra cidade. Será que não dá pra o senhor trazer uns presentinhos aqui pra gente. Quando eu digo pra gente, é porque aqui embaixo do viaduto tem outras famílias e tem muitos meninos. O senhor pode fazer o seguinte: ao invés de dar os brinquedos novos aos ricos, o senhor troca pelos velhos, e guarda pra trazer pra gente. Ah! Se o senhor trouxer os presentes, veja se dá pra trazer pão também, a gente aqui, sempre vai dormir com fome, mas, como vai ser no Natal, a gente poderia comer, pelo menos, um pedaço de pão.

Eu acho que vou parar por aqui. Quem está escrevendo esta carta é uma amiga minha que trabalha aqui num posto de saúde. Como agora não tem médico, nem medicamento, nem equipamento, também não tem ninguém pra ela atender. Aí, eu falei pra ela que se eu soubesse escrever, eu escreveria uma carta para o Papai Noel pra pedir um presente. Foi quando ela pegou uma folha do caderno dela e mandou que eu falasse o que eu gostaria de lhe dizer. Pois é Papai Noel, já estou com nove anos e ainda não sei ler nem escrever. Todo dia mãe me manda rezar pra ver se as coisas melhoram. Reza meu filho! Reza e pede a DEUS, pra ver se os homens deixam de roubar, criam vergonha na cara, e melhoram a situação do povo. A escola fica muito longe daqui do viaduto, também, eu não tenho nem lápis, nem caderno, e nem também, roupa e sapato. Sim! Ia esquecendo! Tem também a minha irmã pixitita. Quando ela está dormindo, eu também ajudo pai a separar o lixo e quando ela está acordada, eu tenho que tomar conta dela quando mãe ajuda pai ou precisa sair pra pegar os restos de comida ou a água numa pracinha aqui perto.

Será que o senhor não vai esquecer? Olha! Eu não vou mandar um beijo pra o senhor, porque eu não escovei os dentes. Eu nem tenho escova! Sabe como é pobre né?

Um abraço,

Palito (esse é meu apelido porque sou muito magro, e também, porque pobre não tem nome).

MEUS QUERIDOS AMIGOS!

O Natal chegou, e com ele as festas, as alegrias, e acenderam-se as esperanças de muitos, quanto à obtenção de dias melhores. Aproveitamos a oportunidade, para agradecer a todos, indistintamente, pelo apoio e pelo carinho dedicado aos nossos Arte & Emoções e Literatura & Companhia Ilimitada, não só aos nossos queridos e leais amigos seguidores, como também, àqueles que nos visitaram durante o ano de 2019, pois temos certeza de que sem esse apoio jamais teríamos chegado aonde chegamos. Não sei se será pedir demais, mas, gostaríamos de continuar contando com esse valiosíssimo apoio, por tratar-se do nosso principal fomento e a razão maior da nossa existência. Aproveitamos também para apresentar nossas desculpas, caso tenhamos, mesmo inadvertidamente, cometido algum erro. A partir de hoje, faremos uma pequena pausa para descanso, repor as energias e concatenar as ideias, e somente retornaremos em 2020, ocasião em que atualizaremos as nossas visitas.

Pedimos ao nosso DEUS misericordioso que cubra com seu manto todo o universo, abençoe e proporcione a todos os viventes de um modo geral, um Feliz Natal e que o ano de 2020, seja de muita paz, amor, saúde e felicidades, e que o homem adote como prioridades, o amor, a compreensão, a harmonia e a solidariedade para com o seu semelhante, e assim, possamos ter um mundo mais justo e mais humano.

Muitíssimo obrigado e até 2020.

“QUE DEUS SEJA LOUVADO!”

R.S. Furtado.