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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Político é igual a feijão.

Meus queridos amigos, remexendo o baú encontrei um artigo que escrevi quando da minha estada em Recife, pois quando nas minhas horas de folga, escrevia algumas baboseiras para o jornal. Como estamos em época de campanha política, achei pertinente usá-lo na minha postagem de hoje, cujo qual, abaixo transcrevo na íntegra:

POLÍTICO É IGUAL A FEIJÃO

Será que existe a tão propagada democracia neste país? Se a resposta for negativa, tudo bem, mas se for positiva, aí cabe mais uma pergunta: “Por que, se existe a democracia, somos obrigados a aceitar tudo aquilo que nos é imposto? Segunda feira, 17-08-98, teve início a indigesta e malfadada propaganda eleitoral, quando na oportunidade os candidatos – na sua maioria – promovem uma verdadeira chuva de excrementos, como se os ouvidos do povo fossem latrinas. É sempre a mesma coisa, promessas e mais promessas, onde todos sem exceção vão melhorar a EDUCAÇÃO, SAÚDE, TRANSPORTE, SEGURANÇA, TRABALHO, HABITAÇÃO, etc., coisas que ao longo dos anos vêm se repetindo. Hoje temos candidatos para os mais variados tipos de gosto, bons, honestos, trabalhadores, solidários, caridosos e muito bem intencionados, verdadeiros anjinhos que aguardam somente a hora de dar o bote no poder, e o resto que se dane. O povo deve lembrar do Sr. Sérgio Naya, político exemplar, ernestíssimo, que provou quando de suas declarações em toda a imprensa brasileira, sobre falsificações de assinaturas, pagamentos e recebimentos de propinas e outros desmandos. O pior de tudo, é que, quando de sua cassação, surgiram mais ou menos 180 coleguinhas de profissão e de casa, igualmente “ernestos” como ele, e votaram contra, insistindo na permanência do corrupto no cenário político nacional.

Outubro vem chegando, e com ele o dia do eleitor exercer o seu ato de cidadania. Portanto, vou terminar, citando uma comparação muito sábia, de um pobre ancião, analfabeto de pai e mãe, que viveu e faleceu numa cidadezinha do interior do Rio Grande do Norte, e que num momento de tamanha felicidade declarou: “Político é igual a feijão quando se bota na água, o bom DESCE e o ruim SOBE”.

Conforme podemos observar, mudanças, não houve, salvo as personagens e as datas. No lugar do Sérgio Naya (Senhor?), muitos e muitos outros, conforme os órgãos de imprensa têm divulgado. Até a falta de vergonha na cara continua a mesma, ou quem sabe, com maior intensidade.

Com ralação ao custo da propaganda aos cofres públicos, vejam o que diz parte do artigo recebido através de Newsletter do Diário de Pernambuco, em sua edição do dia 14-08-2010, conforme transcrito abaixo:

A propaganda eleitoral, veiculada a partir da próxima terça-feira até 30 de setembro, será um marco em termos de gastos para os cofres públicos brasileiros. Neste ano, a previsão é que o palanque eletrônico em rede aberta de televisão e rádio, conhecido como "horário gratuito", custará cerca de R$ 851 milhões à União. Significa mais de quatro vezes a estimativa para as eleições gerais de 2006 (R$ 191 milhões).

A conta da democracia é paga pelo contribuinte por meio de renúncia fiscal dada às emissoras de comunicação, numa espécie de ressarcimento pela exibição obrigatória dos programas de candidatos a presidente, governador e deputados. Ao elaborarem o Imposto de Renda referente ao exercício de 2010, as empresas de comunicação excluirão do lucro líquido parte do preço do espaço que seria utilizado para a publicidade comercial.

Como vimos, amanhã, dia 17-08-2010, vamos ser beneficiados com o início do programa eleitoral nas emissoras de rádio e televisão do país. Portanto meus amigos, vamos limpar bem os ouvidos, para recebermos melhor os excrementos.

Que DEUS nos abençoe.

R.S. Furtado.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Onze anos de saudade.

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ONZE ANOS DE SAUDADE

É impressionante como o tempo passa rápido. Fatos ocorridos já há tanto tempo e parece que foi ontem. Existem acontecimentos que realmente marcam a vida da gente. Os bons; aqueles gratificantes que somente nos proporcionam momentos de alegrias e que vale a pena relembrá-los. E os ruins; aqueles lamentáveis, que, além de nos proporcionar momentos desagradáveis, de tristezas, angústias, e dor, deixam-nos um vazio inimaginável e impreenchível.

Hoje, 19-10-2009, as 03:00 horas da madrugada, coincidentemente segunda-feira e Dia dos Comerciários em Recife, completou exatamente onze anos que perdi uma parte de mim. Perdi o que de mais valioso o nosso bom “DEUS” havia me dado; a senhora D. Adelaide, minha adorável e inesquecível “MÃE”. Que “DEUS” a tenha em seus braços, a abençoe e ilumine toda a sua trajetória.

Como homenagem ao seu aniversário de falecimento, e para que os amigos saibam um pouco do que foi a minha prenda máxima, estou repetindo a postagem de um artigo que escrevi logo após o funesto acontecimento, postado recentemente, em 14/12/2008.

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TRISTE DESPEDIDA

Segunda feira, 19-10-98. Como sempre, minha mulher me desperta as 06:00 horas para ir ao trabalho. Só que dessa vez foi diferente, falei pra ela que não iria trabalhar, pois era dia dos Comerciários e, ela por sua vez me disse: levanta-te e vai à casa da tua mãe! Ela viajou! Está com “DEUS”! Com a notícia senti uma profunda dor no coração, foi como se tivesse sido vítima de uma forte punhalada.

Dona Adelaide, 90 anos de idade, heroína, firme, forte, sempre disposta a enfrentar a labuta diária em favor do bem estar do seu rebanho. Nunca reclamou de nada, nem deixou transparecer nenhum sinal de fraqueza. Seu único objetivo era, nada mais, nada menos, oferecer o que de melhor, não somente aos seus, como também as pessoas que dela necessitavam. Sempre carinhosa e conselheira, apesar de suas condições humilde e semi-analfabeta, vivia em constante preocupação com os problemas, quer fossem dos parentes, amigos, ou mesmo de problemas que chegavam ao seu conhecimento, de pessoas desconhecidas. Costureira, mãe de oito filhos, logo cedo foi forçada a conciliar a costura com o trabalho numa fábrica de cobertores, a fim de aumentar a renda familiar, trabalhando das 07:00 as 17:00 horas na fábrica e das 18:00 as 23:00 horas na máquina de costura. Acometida da Ação Degenerativa do Sistema Nervoso, ficou acamada durante mais ou menos quatro anos, não sei se vivendo ou vegetando, até que, vítima de uma infecção respiratória, partiu para o outro mundo – com certeza bem melhor que este -, abrindo assim, uma profunda e impreenchível lacuna, no coração daqueles que a amavam.

Em nome de todos, filhos, sobrinhos, genros, noras, netos, bisnetos e parentes de um modo geral, resta-me rogar ao nosso mestre supremo que a proteja e a tenha num lugar de muita paz, como também, agradecer a todos, indistintamente, que nesta hora tão difícil, partilharam do nosso sofrimento, confortando-nos com palavras de consolo e carinho, num grandioso gesto de fé e solidariedade cristã.

Que “DEUS” nos abençoe e tenha piedade de nós.

Rosemildo Sales Furtado
Torreão-Recife.

PS – Tem uma atitude importante tomada por D. Adelaide no início do artigo intitulado “Dizes-me com quem andas que te direi quem és”, postado no dia 30/11/2008, sob o marcador Meus artigos. Vale a pena conferir!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Triste despedida

TRISTE DESPEDIDA

Segunda feira, 19-10-98. Como sempre, minha mulher me desperta as 6:00 hs. para ir ao trabalho. Só que dessa vez foi diferente, falei pra ela que não iria trabalhar, pois era dia dos Comerciários e, ela por sua vez me disse: Levanta-te e vai à casa da tua mãe! Ela viajou! Está com DEUS! Com a notícia senti uma profunda dor no coração, foi como se tivesse sido vítima de uma forte punhalada.

Dona Adelaide, 90 anos de idade, heroína, firme, forte, sempre disposta a enfrentar a labuta diária em favor do bem estar do seu rebanho. Nunca reclamou de nada, nem deixou transparecer nenhum sinal de fraqueza. Seu único objetivo era, nada mais, nada menos, oferecer q que de melhor, não somente aos seus, como também as pessoas que dela necessitavam. Sempre carinhosa e conselheira, apesar de suas condições humilde e semi-analfabeta, vivia em constante preocupação com os problemas, quer fossem dos parentes, amigos, ou mesmo de problemas que chegavam ao seu conhecimento, de pessoas desconhecidas. Costureira, mãe de oito filhos, logo cedo foi forçada a conciliar a costura com o trabalho numa fábrica de cobertores, a fim de aumentar a renda familiar, trabalhando das 07:00 as 17:00 hs. na fábrica e das 18:00 as 23:00 hs. na máquina de costura. Acometida da Ação Degenerativa do Sistema Nervoso, ficou acamada durante mais ou menos quatro anos, não sei se vivendo ou vegetando, até que, vítima de uma infecção respiratória, partiu para o outro mundo – com certeza bem melhor que este -, abrindo assim, uma profunda e impreenchível lacuna, no coração daqueles que a amavam.

Em nome de todos, filhos, sobrinhos, genros, noras, netos, bisnetos e parentes de um modo geral, resta-me rogar ao nosso mestre supremo que a proteja e a tenha num lugar de muita paz, como também, agradecer a todos, indistintamente, que nesta hora tão difícil, partilharam do nosso sofrimento, confortando-nos com palavras de consolo e carinho, num grandioso gesto de fé e solidariedade cristã.

Que DEUS nos abençoe e tenha piedade de nós.

Rosemildo Sales Furtado
Torreão-Recife.



sábado, 6 de dezembro de 2008

Preconceito

CONGRESSO: BERÇO ATUAL DO PRECONCEITO

É impressionante como as coisas acontecem neste Brasil. Por um lado, algumas pessoas lutam contra os diversos tipos de preconceito, por outro lado, outras afirmam que não existe preconceito, e assim vamos vivendo num país com tantas contradições. Inclusive, é bom salientar que, por lei, preconceito é crime e pode dar até cadeia.

Ao folhear o Jornal do Senado, na sua edição semanal de 7 a 13 de julho próximo passado, fui surpreendido com uma matéria sobre o projeto (PLS 546/07), de autoria da senadora Ideli Salvatti, aprovado em decisão terminativa da Comissão de Educação Cultura e Esporte, onde determinava que 50% das vagas oferecidas pelas instituições de ensino superior e educação profissional e tecnológica, fossem ocupadas por estudantes que tivessem cursado o ensino fundamental em escolas públicas.

Na íntegra, parte dessa matéria diz o seguinte: “De acordo com o projeto, parte dessas vagas deverá ser preenchida, em cada curso e em cada turno, por estudantes que se declarem negro e índios, pelo menos em igual proporção à participação de negros e índios na população da unidade da federação onde estiver localizada a instituição de ensino”. É lindo não é?

No referido projeto consta ainda uma emenda do senador Paulo Paim, que estende as pessoas portadoras de deficiência física, o direito as vagas, independente das mesmas terem ou não feito o ensino básico em escolas públicas. Que maravilha!

O gozado disso tudo, é que o referido projeto somente reservava vagas para as instituições de ensino profissional e tecnológico, e só com a emenda do senador Marconi Perillo é que foram inclusas as instituições de ensino superior. Fantástico, né?

- E ainda dizem que não existe preconceito.

- Ora! Ora! Pelo amor de DEUS! Será que isso não é preconceito?

No meu entender, se não existe preconceito, deve existir igualdade, tanto de raça, cor, integridade física e religião, pouco importa se o estudante seja branco, índio, negro, amarelo, ruivo, mameluco, caboclo, cafuzo, ou mesmo, católico, protestante, espírita, macumbeiro, ou ainda, se deficiente físico ou não. Eu entendo que para o ingresso nas universidades não deve haver discriminação, o importante é que todos tenham o mesmo direito e que prevaleça a média obtida nas provas, não só nas instituições públicas, como também nas particulares, independente das suas localizações.

Portanto, senhores congressistas, fiquem bem atentos, pois o preconceito está sendo criado aí mesmo, no próprio Congresso.



Rosemildo Sales Furtado
Natal-RN.

domingo, 16 de novembro de 2008

TABAGISMO-VAMOS LARGAR?

“TABAGISMO"

VAMOS LARGAR?



Todos nós sabemos dos malefícios que o fumo causa a saúde, como também, que o seu uso continuado provoca intoxicação no organismo e, consequentemente a dependência.

Sabemos também o quanto é difícil e sacrificante a parada brusca, ou seja, largar o vício de uma vez, do dia pra noite, pois o organismo passará a pedir a tão nociva nicotina, e assim, o processo será muito doloroso.

Pensando nisso, criamos o processo por redução que, com certeza, será muito menos penoso e consiste no seguinte:

PROCESSO POR REDUÇÃO
1º Passo: Compre uma piteira -pode ser das mais baratas- ou faça canudos de papel, onde você possa usar pequenos tufos de algodão como filtros, pois com esse procedimento, a quantidade de nicotina enviada para o organismo será bastante reduzida.

2º Passo: Calcule o tempo de intervalo entre um cigarro e outro fumado, usando a seguinte fórmula:

24 - HDD - HR x 60 : QCD

Onde:
24 = Quantidade de Horas do Dia.
HDD = Horas Dormidas por Dia.
HR = Horas de Refeições.
60 = Minutos por Hora.
QCD = Quantidade de Cigarros por Dia.

Exemplo: Durante o dia, uma pessoa fuma 20 (vinte) cigarros, dorme 08 (oito) horas e passa 01 (uma) hora com as refeições. Qual o tempo de intervalo entre um cigarro e o outro?

CÁLCULO

24 - 8 - 1 = 15
15 x 60 = 900
900 : 20 = 45

Resposta: O tempo de intervalo entre um cigarro e o outro é de 45 (quarenta e cinco) minutos.

3º Passo: Sabendo-se que o intervalo é de 45 minutos, vamos utilizá-lo como base para início do tratamento.

INÍCIO DO TRATAMENTO

Comece o tratamento fumando a metade do cigarro de 30 em 30 minutos, ou seja, a cada meia hora, durante 02 (dois) dias.



Nota: Pode-se até pensar que a redução será mínima, mas, se somarmos a redução dos 15 (quinze) minutos, mais a redução com o uso da piteira ou dos canudos de papel, concluiremos que a redução de nicotina será bastante considerável.

Continuando o tratamento, o intervalo deverá ser aumentado para 45 (quarenta e cinco) minutos, durante os 02 (dois) dias seguintes, ou seja, nos terceiro e quarto dias.

Nos dias seguintes (5º e 6º), aumente o intervalo para 60 (sessenta) minutos, ou seja, 01 (uma) hora.

Nessa fase, com intervalo de 60 (sessenta) minutos para cada meio-cigarro, 01(hum) cigarro será fumado a cada 120 (cento e vinte) minutos, o que é igual a 02 (duas) horas. Por outro lado, o processo de desintoxicação já estará bastante acentuado e o organismo cobrando bem menos nicotina.

Dando seqüência ao tratamento, com o aumento de 15 (quinze) minutos no intervalo a cada 02 (dois) dias, fecharemos o 14º dia com intervalo de 120 (cento e vinte) minutos, ou seja, 02 (duas) horas para cada meio-cigarro.

Ao chegarmos nesse ponto, constataremos que somente 01(hum) cigarro está sendo fumado a cada 04 (quatro) horas e, se fizermos um retrospecto e compararmos com os 20 (vinte) cigarros fumados por dia antes do início do tratamento, concluiremos que um longo e vitorioso caminho foi percorrido, podendo então, optar pelo consumo de 06 (seis) meio-cigarros, a serem fumados obedecendo ao seguinte critério:

Meio depois do café e meio no intervalo com o almoço.
Meio depois do almoço e meio no intervalo com o jantar.
Meio depois do jantar e meio no intervalo com a cama.

Esse critério poderá ser seguido durante 15 (quinze) dias ou menos.

Passado esse período, os meio-cigarros fumados nos intervalos serão eliminados e o consumo diário passará a ser de 01(hum) cigarro e meio, até que os mesmos sejam esquecidos a partir do café da manhã.

Observações:

Não adianta malhar em ferro frio.
Querer é poder! Basta tão somente uma pequena dose de sacrifício.
Somente as pessoas fortes, com boa vontade, caráter e determinação conseguirão se libertar do vício.
As montanhas suavizam-se a voz do posso e derretem-se a voz do quero.

BOA SORTE!

Rosemildo Sales Furtado

E-mail: pio1furtado@oi.com.br
Pio1furtado@hotmail.com.br