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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Criação da Árvore-de-Natal.


CRIAÇÃO DA ÁRVORE-DE-NATAL 

1530 – (dezembro) Cria-se a “árvore-de-natal”. E foi assim: Martinho Lutero caminha, meditativo, na noite de Natal. É límpida e clara. Entra por uma floresta de pinheiros. Aí divisa milhares de estrelas brilhando através dos galhos cobertos de neve. Tal espetáculo o deixa deslumbrado e embevecido. Corta um galho de pinheiro. Leva-o para casa. Enfeita-o com velas acesas para que seus filhos compartilhem do espetáculo que se desenrola do lado de fora. A árvore-de-natal torna-se daí, um símbolo de esperança, paz, alegria. Os imigrantes alemães trazem-na para a América, na época colonial. 

Fonte: Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 116. 

Meus queridos amigos(as)! 

O Natal está chegando, mais um final de ano que aos poucos vai se aproximando, e cada vez mais forte está a minha esperança do dever cumprido neste 2011. Procurei fazer o possível para agradar, tanto com o que postei de terceiros, quanto com as ínfimas baboseiras que criei. 

Hoje estou iniciando uma pausa para descansar um pouco a cuca e a carcaça, analisar os erros e os acertos e dar uma arrumadinha no nosso humilde espaço, prometendo, se “DEUS” quiser, retornar em janeiro para dar continuidade às atividades. 

Aproveito a oportunidade para apresentar as minhas desculpas àqueles que, de alguma forma, não agradei com as minhas postagens, e agradecer a todos indistintamente, amigos(as) e seguidores(as), pelo carinho, compreensão e, principalmente, pelo grande apoio que é de vital importância neste mundo virtual, esperando no próximo 2012, continuar sendo merecedor dessas ímpares e valiosas companhias. Muito obrigado de coração. 

A todos, um “Maravilhoso NATAL” e um “Fantástico ANO NOVO”, não com fortuna, mas, com muitas felicidades. 

“QUE 'DEUS' SEJA LOUVADO” 

Arte & Emoções 
Rosemildo Sales Furtado. 

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Fundação da Anatomia Humana Científica.

Andreas Versalius

FUNDAÇÃO DA ANATOMIA HUMANA CIENTÍFICA 

1543 – Andreas Versalius (1514-1564) funda a Anatomia Humana Científica. Nasceu em Bruxelas. Estudou Medicina na Universidade de Louvain. Por esse tempo a intolerância religiosa considerava sacrilégio dissecar um corpo humano. Quem o fizesse seria conduzido às fogueiras da Inquisição. E Versalius tinha sede de conhecimentos. Que fez? Viu ele que muitos cadáveres, dos condenados à forca, se encontravam dependurados nas árvores dos campos. Alguns, as aves já haviam devorado as carnes e permaneciam somente em ossos. Altas horas da noite Versalius ia aos campos recolher esses ossos, uni-los, estudá-los, fazer desenhos e anotações, até concluir sua obra, denominada: Estruturas do Corpo Humano, publicada nesse ano de 1543. Versalius apresenta essa obra com 750 desenhos, incluindo todos os ossos, o coração, os pulmões, o fígado, os rins, o cérebro, os vasos sanguíneos, os nervos. Fundou toda a Anatomia em novas bases, corrigindo muitos erros do passado e baseando toda a Ciência na observação direta. Portanto, foi nomeado professor de Anatomia da Universidade de Pádua. 

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 116/119.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Astigmatismo.


“ASTIGMATISMO”

Thomas Yong, cientista inglês, é o primeiro a descrever a pertubação visual, que recebe o nome de “astigmatismo”. Trata-se dum defeito da visão, que consiste em a córnea e o cristalino não conservarem simetria em torno do eixo do olho. Na maioria dos casos a seção vertical da córnea de um olho astigmático apresenta maior curvatura que sua seção horizontal, e então a imagem de uma linha horizontal se forma mais perto do cristalino do que a imagem de uma linha vertical. Este defeito é corrigido empregando-se lentes cujas faces têm curvaturas distintas, em geral cilíndricas, nos diversos meridianos, de modo a compensarem os defeitos do olho. O astigmatismo poderá prejudicar o funcionamento do olho humano, quando a defeituosa posição do cristalino torne oblíquos ao mesmo os pincéis de luz recebidos através da pupila, ou duma igual curvatura das faces do cristalino ou da córnea transparente nas diversas seções meridianas do olho.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 02, páginas 308/311.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Invenção da pilha elétrica.

Alessandro Volta

INVENÇÃO DA PILHA ELÉTRICA

1782 – É inventada a pilha elétrica. O inventor é Alessandro Volta. Nasceu em Como (Itália) em 18/02/1745, onde faleceu a 05/03/1827. Desde muito moço, sendo professor de Física, dedicou-se a pesquisas sobre eletricidade. Em 1777 seus estudos sobre a natureza dos gases inflamáveis dos pântanos, que produzem os fogos-fátuos, sugeriram-lhe, sucessivamente, a ideia do eudiômetro, da lâmpada perpétua a gás hidrogênio e da pilha elétrica. Em 1779 cria o eletróforo e o condensador, fundando, assim, a teoria da eletricidade. Depois, nomeado para a Universidade de Pávia, dedicou-se à experiência sobre a eletricidade atmosférica. Criou o eletrômetro de palhetas secas. Em 1782, impressionado com a singular observação feita por Galvani dos movimentos excitado em uma rã, pela interposição de um arco metálico em duas partes do seu tronco, fez experiências que o levaram, mediante hábeis indicações, à descoberta da pilha. Napoleão Bonaparte, então primeiro Consul da França, entusiasmado com esse descobrimento, concedeu-lhe uma pensão de 6.000 francos anuais. Conferiu-lhe o título de Conde. Nomeou-o ainda para o cargo de senador do reino da Itália.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 2, páginas 252/256.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Criação do Império Persa.


CRIAÇÃO DO IMPÉRIO PERSA

545 a.C. – Nasce o Império Persa, com a fusão de outros povos. Os iranianos se dividiam em numerosas tribos: Medos no Norte e Persas no Sul. Nircânios no canto oriental do Cáspio; Arianos nas vizinhanças do rio Ário; Bactrianos na encosta setentrional do Hindu-Cuxe, etc. Os Medos se estenderam até o Irão. Submeteram os persas a seus vassalos, bem como a Armênia e Copadócia, sob o império dos Ciaxares. Astiates é filho de Ciaxares, rei dos Medos. Insurge-se contra ele um persa, Ciro, o Grande, rei do Achão, no Elão. Derrota-o. Submete os Medos ao seu domínio. Ciro proclama a independência do seu povo. Prossegue nas suas conquistas. Estabelece, daí, um poderoso império, que se estendia desde o do Indo até as praias do Mediterrâneo.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 24/25.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fundação do Xintoísmo.



FUNDAÇÃO DO XINTOÍSMO

700 a.C. – Funda-se no Japão a sua primeira religião, o Xintoísmo. Mais tarde partilha com o Budismo. Seus crentes veneram as forças da natureza; – o Sol, os astros, o fogo, os ventos, os vulcões, as rochas (litolatria). Representa cada um desses elementos um Kami ou divindade. Mais tarde a deificação se estende aos seres humanos (antropolatria), nas pessoas dos heróis, guerreiros e patriotas. Todos simbolizam o imperador. Este é designado por Arahitokami, que reúne em sua pessoa os dois poderes máximos: temporal e espiritual. Na atualidade o Xintoísmo se resume nestes três prinçipios: 1.º) Honrarás os deuses e amarás a pátria. 2.º) Obedecerás às leis celestes e ao dever do homem. 3.º) Venerarás ao Micado, teu soberano e obedecerás aos seus preceitos. No Xintoísmo moderno os Kami vão se apagando. Prevalece o mito de Amaterasu, filho do Sol e deus eterno, cujo único representante na terra é o Micado (ou deus Tenno).

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 18/19.

sábado, 13 de novembro de 2010

A descoberta dos micróbios.


A DESCOBERTA DOS MICRÓBIOS


1680 – Anthony Van Leeuwenhoek, ótico e naturalista holandez, revela ao mundo a existência de micróbios, no seu livro, publicado no ano de 1680, intitulado: Arcana Naturae ope Exatissimorum Microscopiorum de Tecta. Conseguiu ele esta descoberta dispondo de um sistema de lentes que proporcionam aumentos muito maiores do que os conseguidos noventa anos antes por Juan e Zacarias Jansen, inventores do microscópio composto. Na referida obra, o sábio descreve pela primeira vez as células das bactérias, distinguindo suas várias formas (redondas, retas, curvas, em espirais, etc.); observa seus movimentos e determina-lhes o tamanho confrontando-os com um grão de areia, que lhe serve como unidade de medida. Afirma que esses micro-organismos existem abundantemente na água, nas folhas secas, nos intestinos dos homens e de animais, na saliva e outras matérias. Afirma ainda que devem ter uma parte importante nos fenômenos de fermentação e putrefação, assim como nas enfermidades.


Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 166. 

sábado, 6 de novembro de 2010

Invenção da Batuta.


INVENÇÃO DA BATUTA

1685 – Jean Baptiste Lully, músico florentino, inventa a “batuta”. Os antigos diretores de orquestras marcavam o compasso com o pé. Jean Baptiste Lully, notabilíssimo diretor da orquestra de Luís XIV, foi o primeiro a usar, para tal fim, um bastão de dois metros de altura, origem indiscutível das pequenas e leves “batutas” atuais. Infelizmente, sua invenção foi, também, causa de sua morte. Dirigindo um “Te Deum” na capela real, o bastão escapuliu de suas mãos. Caiu em cheio sobre o pé do insigne maestro, produzindo-lhe um profundo ferimento. Passados poucos dias a ferida gangrenou e Lully faleceu após atrozes sofrimentos, em 1687.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 167/168.

domingo, 31 de outubro de 2010

Fundação da Filosofia moderna.


FUNDAÇÃO DA FILOSOFIA MODERNA

1637 – René Descartes, filósofo e matemático francês, nascido em La Haye, na Turenne e falecido em Estocolmo (1596-1650), funda a Filosofia moderna, com a obra: Discurso do Método, onde estabelece a necessidade de cada um por em dúvida todas as suas opiniões e indica o verdadeiro método para se chegar à verdade, que se resume nesses quatro preceitos: 1º) não aceitar coisa alguma como verdadeira, sem a conhecer evidentemente como tal; 2º) dividir as dificuldades em tantas partes quantas for possível; 3º) conduzir por ordem os pensamentos, procedendo do simples para o composto; 4º) fazer enumerações tão completas e revisões tão gerais que se não omita a menor coisa (primeira e segunda partes). A terceira parte estabelece as regras provisórias da moral, antes de se chegar a verdade, sendo preciso: 1º) obedecer às leis e aos costumes, conservar a sua religião; 2º) ser firme e corajoso em suas ações; preferir a própria vitória à fortuna. A quarta e a quinta partes resumem a Metafísica e a Física de Descartes, havendo a obra em apreço libertado as inteligências do jugo da Escolástica, e encontrando-se nela, ainda, o princípio fundamental da filosofia cartesiana: “Cogito ergo sum” – “Penso logo existo”.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume1, páginas 148/152.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A invenção do Taxímetro.


A INVENÇÃO DO TAXÍMETRO

1558 – É inventado o taxímetro – O pai dessa invenção é o francês Jean Hermel. Médico famoso, dedica-se à Astronomia e é apelidado o “Galileu Moderno”. Nasceu em Clermont-en-Beauvais, em 1497. Faleceu em Paris em 1558. nesta data determina a distância de um grau do Meridiano Terrestre, medindo Amiens a Paris. Dai inventa o taxímetro. Mede exatamente o diâmetro das rodas de trás do veículo. Para verificar quantas voltas estas desenvolveram no percurso de Amiens a Paris, mune-os de um contador decimal, que manda um relojoeiro construir. Esse contador é acionado por um gancho, que, fixado a um dos raios da roda, faz a cada volta avançar um dente da primeira roda do mecanismo contador. É esse o primeiro taxímetro. O taxímetro ou contador quilométrico, entretanto, já era conhecido pelos povos antigos e inventado pelo arquiteto Marco Vitrúvio Pollio, que viveu no tempo do imperador Augusto. Como, porém, fosse um maquinismo muito complicado, não foi posto em uso.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 121.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Farol de Alexandria.


FAROL DE ALEXANDRIA

285 a C – Ptolomeu Filadelfo, rei do Egito, inventa o Farol. Mandou levantar uma alta torre, que servia para indicar aos navios as entradas dos portos de Alexandria. Chamou-se Farol, porque tal era o nome da ilha que tinha a sua base. Toda a torre era de mármore branco e seu construtor chamou-se Sostrato. O foco luminoso constava de uma fogueira alimentada com lenhas e que constantemente ardia.

Alexandria, o maior porto do Egito, no litoral do Mediterrâneo, foi fundada por Alexandre, o Grande no ano de 331 antes de Cristo. Logo se tornou importante porto e seu farol, feito de mármore branco, passou a ser uma das Sete Maravilhas do Mundo. Sob o reinado dos Ptolomeus, Alexandria foi capital do Egito, tornou-se famosa por sua cultura e suas atividades comerciais. O declínio da cidade motivou a transferência do governo para Constantinopla. Hoje, Cairo é a capital da República Árabe Unida, mas Alexandria ainda continua sendo uma das mais prósperas cidades egípcias.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume1, página 50. 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Escola pitagórica.


ESCOLA PITAGÓRICA

300 a C. - Pitágoras de Samos é filósofo grego. Funda em Crotona a chamada “escola pitagórica”. Nela estabelece: 1.º) uma escala de valores simbólicos, a partir do Uno, princípio das coisas, até a Década, número perfeito. 2.º) Dez são, portanto, os corpos celestes – (a Terra, o Sol, os cinco planetas conhecidos, o céu das estrelas fixas, considerado como um corpo único. Por fim, o antiterra, corpo imaginado para alcançar o número simbólico), os quais estão dispostos ao redor do fogo central. E movem-se com uma divina harmonia de sons, que não ouvimos, devido a sua continuidade ininterrúpta, porque não estamos em condições de percebê-los, senão pelo contraste do silêncio. Pitágoras ainda formulou tábuas aritméticas, que possibilitaram a construção das máquinas de cálculo. Eis aqui dois exemplos:

1.º) S o m a r

0 –   1 –   2 –   3 –   4 –   5 –   6 –   7 –   8 –   9
1 –   2 –   3 –   4 –   5 –   6 –   7 –   8 –   9 – 10
2 –   3 –   4 –   5 –   6 –   7 –   8 –   9 – 10 – 11
3 –   4 –   5 –   6 –   7 –   8 –   9 – 10 – 11 – 12
4 –   5 –   6 –   7 –   8 –   9 – 10 – 11 – 12 – 13
5 –   6 –   7 –   8 –   9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14
6 –   7 –   8 –   9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 15
7 –   8 –   9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16
8 –   9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17
9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17 – 18

Toma-se uma das parcelas da primeira linha horizontal e soma-se com outra da primeira linha vertical, (como no presente caso 5 + 4 = 9) e o resultado se verifica no cruzamento.

2.º) M u l t i p l i c a r

1 –   2 –   3 –   4 –   5 –   6 –   7 –    8 –   9
2 –   4 –   6 –   8 – 10 – 12 – 14 – 16 – 18
3 –   6 –   9 – 12 – 15 – 18 – 21 – 24 – 27
4 –   8 – 12 – 16 – 20 – 24 – 28 – 32 – 36
5 – 10 – 15 – 20 – 25 – 30 – 35 – 40 – 45
6 – 12 – 18 – 24 – 30 – 36 – 42 – 48 – 54
7 – 14 – 21 – 28 – 35 – 42 – 49 – 56 – 63
8 – 16 – 24 – 32 – 40 – 48 – 56 – 64 – 72
9 – 18 – 27 – 36 – 45 – 54 – 63 – 72 – 81

O processo é o mesmo do anterior. 6 X 6 = 36. E assim por diante.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 48/50.

sábado, 2 de outubro de 2010

A cura da gagueira.


A CURA DA GAGUEIRA

1957 – (09 de dezembro) Inokichi Sato, médico japonês, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Japão (Tóquio) inventou um aparelho que permite curar a gagueira, assim como remediar a insônia, tendo já curado mais de quatrocentos gagos. Segundo o Dr. Sato, a gagueira pode ser determinada tanto por deformações constitucionais como por causas puramente psicológicas. Como essas últimas são as mais numerosas, tratava-se, pois, segundo ele – de descobrir os meios de os gagos falarem sem que pudessem ouvir suas próprias palavras. Dessa forma o Dr Sato concebeu um receptor munido de fones, que neutraliza todos os sons, em seguida, ele registra num magnetofone a voz de seus pacientes. A cura desses é obtida quando, ao se ouvirem falar normalmente, readquirem a confiança em si próprios. Constatou, também, com suas experiências, que mais de 50 pessoas que sofriam de insônia, adormeceram sob a ação do seu aparelho.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 5, páginas 830/831.

sábado, 18 de setembro de 2010

Código da Hereditariedade-DNA.


CÓDIGO DA HEREDITARIEDADE - DNA

1952 – O Dr. Maurice Wilkins, do King's College de Londres abre caminho para decifração do Código da Hereditariedade, cuja sigla DNA designa o ácido deoxiribonucléico. Tal código determina a natureza fundamental de todos os organismos vivos, a ameba unicelular até o próprio homem. Quando for decifrado, o homem poderá curar o câncer, alterar as características das plantas e dos animais e talvez até criar a vida por meio de substâncias químicas. É que o Dr. Maurice, utilizando-se de Raios X, é o primeiro a surpreender reflexos de átomos numa molécula de DNA. Contempla aí uma bela espiral, a partir da qual, em abril de 1953, os Drs. James D. Watson e Francis H. C. Crick, da Universidade de Cambridge, elaboram um esquema e publicam um diagrama do DNA. Faz lembrar uma delicada mola. Depois dessa sensacional revelação, as descobertas se sucedem, até que os cientistas possam descrever a molécula, mater da vida, com pormenores exatos e dizer precisamente como se articulam os seus milhares de átomos e como agem para criar e manter a vida. Descobriram que o DNA tem uma memória clara e inerente. Armazena, como um computador microscópico, uma enorme quantidade de instruções e esquemas, que emite na hora e no lugar exatos, para determinar a formação de todas as células e estruturas de um organismo, para fazê-las crescer e para sincronizar-lhes as atividades em todos os segundos da cota de vida que lhes cabe. O DNA não só dá à pessoa ao nascer os seus dons hereditários, mas dirige também todas as suas funções físicas. Além de estar presente nas células sexuais, existe também em todas as células vivas exceto nos glóbulos vermelhos do sangue e em alguns vírus, é algumas das muitas coisas que nos explica o cientista Rutherford Platt sobre o assunto. O certo é que tais pesquisas vêm sendo feitas desde 1868. Neste ano o químico alemão Frederick Miecher descobriu que ficava sempre um sedimento escuro insolúvel depois de a matéria viva haver sido embebida em ácidos e agitada dentro do éter. Tal sedimento por ele encontrado nas células de todas as plantas, fê-lo concluir que poderia ter alguma relação com a hereditariedade, embora não dispusesse de conhecimentos que lhe permitissem verificar essa hipótese. Em nosso século com a construção de poderosos microscópios, é que os cientistas poderão tirar conclusões mais positivas, com seus estudos constantes nos laboratórios.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 5, páginas 817/818.

domingo, 12 de setembro de 2010

As Dez Regras do Jejum.


AS DEZ REGRAS DO JEJUM

1948 – Dez regras do jejum de Gandhi. A abstenção de alimentos durante certo prazo constituÍa para Gandhi a melhor das medicinas. Por isso o ínclito chefe dos nacionalistas indus, desaparecido a 30 de janeiro deste ano, deixou para a posteridade as dez regras do jejum, que são as seguintes:

“JEJUA”


  1º) quando estiveres anêmico;
  2º) quando sentires a febre;
  3º) quando sofreres de prisão de ventre;
  4º) quando houveres comido demasiado;
  5º) quando te afligir a dor de cabeça;
  6º) quando fores assaltado pelo reumatismo;
  7º) quando padeceres de gota;
  8º) quando de mau humor e irritado;
  9º) quando te sentires abatido;
10º) quando a alegria começar a dominar-te.


“Seguindo à risca estas regras, estarás livre das prescrições médicas e dos remédios patenteados”.


Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 4, páginas 797/798. 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Invenção do Psicógrafo.



INVENÇÃO DO PSICÓGRAFO

1932 – Harrry Lavery, médico norte-americano, inventa o psicógrafo, aparelho que revela o caráter. Há um século mais ou menos, o Dr. Gall provocou vivo interesse em torno de sua famosa teoria de localização das faculdades mentais, conhecida com o nome de frenologia. Ele imaginara uma relação constante e regular entre as características intelectuais e morais do indivíduo e a forma, desenvolvimento mais ou menos considerável das diversas regiões do cérebro. Gall dividia curiosamente as 37 faculdades humanas, reconhecidas por ele em três grandes grupos, a saber:

1º – Onze faculdades animais: animalidade, filogenitura afetividade,  concentratividade, habilitatividade,  combatividade, destrutividade, apetite, secretividade, agrupatividade e construtividade.

2º – Treze faculdades afetivas: estima por si mesmo, aprovabilidade, circunspecção, benevolência, veneração, firmeza, esperança, consciência, admiração, idealismo, sublimidade, espírito e irritação.

3º – Treze faculdades mentais: individualismo, configuração, extensão, peso, cor, localidade, número, ordem, eventualidade, tempo, tom, linguagem e comparação.

A despeito de todas as demonstrações da Anatomia e da Neurologia, ainda há quem se deixe seduzir por essa teoria paracientífica, a ponto de se construir um aparelho para ressuscitá-la, como no caso da presente invenção.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 4, páginas 718/731.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Descoberta da Insulina.


DESCOBERTA DA INSULINA

1922 – É descoberta a insulina (substância extraída do pâncreas do boi), pelo cientista canadense Frederick G. Banting. Trata-se dum produto bioquímico, que favorece a utilização dos hidratos de carbônio pelo organismo e empregado no tratamento da diabete. Banting extraia pâncreas de cães, carneiros, porcos e vacas, que lhe forneciam insulina. A 14 de novembro de 1921 apresentou o Journal Club do Departamento de Fisiologia o seu primeiro trabalho completo, com dispositivos mostrando gráficos de glicemia. Bastava agora saber a proposta definitiva com a aplicação da insulina em seres humanos. Leonard Thompson, de 14 anos, morava do outro lado da rua do Hospital Geral de Toronto. Há dois anos a diabete o torturava. Pesava 29 quilos. Levantava com dificuldade a cabeça do travesseiro. Em janeiro de 1922 Banting aplicou-lhe a injeção. Leonard sarou. Criou vida nova. Foi o primeiro caso de cura. Daí em diante, dezenas, centenas, milhares de pessoas passaram a curar-se com insulina. A primeira recompensa de Banting foi o Prêmio Reeve – 50 dólares. Em seguida o Parlamento Britânico lhe concedeu uma pensão vitalícia de 7.500 dólares. Em 1923 recebeu o Prêmio Nobel. Banting, que é canadense, tratava de seus clientes no Hospital Geral de Toronto. Um dia, na Universidade, disse a um seu colega, que iria concentrar seus planos na pesquisa. Isto se passou num dia invernoso de fevereiro de 1941. Mas seu ideal não se realizou. Três dias depois, então major Sir Frederick Banting, trabalhava em problemas de medicina aviatória. Encontrava-se a bordo dum bombardeiro bimotor. Fazia uma viagem para a Inglaterra. Em pleno voo o avião é castigado por uma tremenda tempestade de neve. Cai numa floresta, perto de Musgrave Harbor, na Terra Nova. Banting ficou com as costelas esmagadas. Em consequência disto perfurou-lhe o pulmão. O piloto, único sobrevivente, estorcia-se em dores. Banting arrastou-se como pode. Empregou o resto de suas forças para curar-lhe as feridas. Vendo-o salvo, deitou-se nas ramagens dum pinheiro, sobre a brancura das neves e dormiu para não mais acordar.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 4, páginas 681/683.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Lâmina de barbear.


LÂMINA DE BARBEAR

1887 – King C. Gillette (1855-1932), cidadão norte-americano, natural de Los Angeles, inventa a lâmina de barbear, em Nova Iorque. Gillette descendia de gente pobre. Não tinha recursos para se estabelecer em sua terra natal. Por isso economizou algum dinheiro e emigrou para Chicago, onde sabia a residência dum bom amigo. Procurou-o. Com a ajuda deste abriu um pequeno negócio. Não prosperou. Ao contrário, vai para trás, até que se vê falido. Põe-se daí a caminhar pelas ruas da grande cidade, torturado e triste pelo seu insucesso. Detém-se diante dum salão de barbeiro. Ali fica com os olhos fixos no oficial, que escanhoava a barba dum freguês. Uma idéia repentina e feliz lhe surge. Fabricar uma lâmina com que todo mundo pudesse barbear-se em sua casa. Uma lâmina que simplificasse tudo aquilo numa operação ligeira, proporcionando conforto e segurança ao paciente. Tinha 32 anos quando suas ideias se tornaram realidade em Nova Iorque, onde patenteou seu invento. Aí também faleceu aos 77 anos, no dia 09 de julho de 1932, com fama de “o rei das lâminas” de barbear.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume3, páginas 526/527.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Impressão Digital.



IMPRESSÃO DIGITAL

1882 – Juan Vucetich, cidadão argentino (naturalizado), investiga dedos de 50.000 pessoas. Verifica que em suas linhas o desenho varia de pessoa a pessoa. Não encontrando duas pessoas sequer com desenho semelhante, descobre o processo de se tirar a impressão digital. Juan Vucetich era então funcionário da polícia de La Plata. Há quem queira, no entanto, entregar a glória dessa descoberta ao inspetor Edward Henry, como tendo sido o primeiro a utilizar o método. Onze anos antes de Edward, entretanto, Juan Vucetich instalou em Buenos Aires um arquivo, onde classificava de acordo com um método por ele mesmo estabelecido, as impressões digitais dos criminosos ali identificados. Em 1882 Vucetich foi chamado para examinar as marcas papilares encontradas no local onde duas crianças haviam sido degoladas. O exame das impressões digitais apontou a própria mãe como a assassina, o que foi confirmado pela sua confissão. Foi esse o primeiro caso na criminologia da descoberta de um criminoso pelas marcas papilares dos dedos. Esse fato teve repercussão internacional. Depois da Argentina, foi o Brasil o primeiro país a adotar o sistema, numa iniciativa de Félix Pacheco, em 1903.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume3, páginas 308/310.

sábado, 7 de agosto de 2010

Cruz Vermelha.


FUNDAÇÃO DA CRUZ VERMELHA

1864 – Henri Dunant funda em Genebra, na Suíça, a Cruz Vermelha. Nasceu em Genebra em 08 de maio de 1828. Em 1859 Henri Dunant viajava pela Itália e seguia as peripécias da guerra. Em várias ocasiões ficou dolorosamente impressionado pela insuficiência de socorro aos feridos. Estes gritavam de dor, choravam no abandono, até que a morte os fizesse calar para sempre. Propôs-se a fazer quanto pudesse para remediá-la. Procurou e encontrou o auxílio de algumas mulheres generosas e de vários estrangeiros. A 24 de junho, em Solferino, onde durante 15 horas lutaram frente a frente 300.000 homens, Dunant e seus auxiliares percorreram o campo de batalha recolhendo e assistindo os feridos. Quantos daqueles infelizes teriam morrido sem o auxílio de Dunant e seus amigos. Ao voltar à Suíça Dunant ocupou-se sem descanso em dar a sua obra uma forma definitiva e fazer com que o principio fosse aceito por todas as nações. Em 1864 os representantes de 16 potências reunidas em Genebra, decidiram sob proposta de Dunant, a neutralidade das ambulâncias e a criação das sociedades de socorros aos feridos. Estes, fosse qual fosse a sua nacionalidade, deviam ser recolhidos e tratados. E elegeu-se como signo o distintivo único, para todos os exércitos do mundo, a Cruz Vermelha, sobre fundo branco, para servir de proteção e abrigo contra toda agressão ao pessoal e material sanitários. Tais foram as decisões desde então aplicadas e respeitadas por todos os povos realmente civilizados. Henri Dunant foi o iniciador, o verdadeiro criador dessa grande obra. Para completá-la, porém, surgiu nesse mesmo ano, em Londres, uma mulher bastante corajosa e de coração humanitário. Trata-se de Florence Nghtingale, nascida em Florença (Itália), que passou a sua infância e adolescência na Inglaterra. Aí organizou a Cruz Vermelha e criou as bases da Enfermagem Moderna. E foi também sob sua influência e do seu grupo de enfermeiras, que se criou, então, em Genebra, o “Comitê Internacional da Cruz Vermelha”.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume3, páginas 462/466.