
ORIGEM DAS ESPÉCIES
1859 – Charles Robert Darwin (1809-1882), naturalista inglês, publica a primeira edição da Origem das Espécies. Aí cientista, após dedicar toda sua existência nesse estudo, destrói o conceito bíblico. Conclui que “a origem do gênero humano se acha inextricavelmente encadeada ao mundo animal; que o homem e o macaco tiveram origem comum em remotas eras, partindo ambos do mesmo tronco pré-histórico; deste antepassado não sendo homem nem macaco, descende, por um lado a nossa estirpe, e por outro os símios; que os macacos são primos distantes e, não antepassados da humanidade”. Afirma ainda que “os seres vivos procedem de uma gradual e lenta transformação da célula do homem. Esta transformação se realizaria por “seleção natural”. As raças humanas deveriam evolucionar mediante a persistência dos mais aptos. A herança, portanto, não é absoluta, verificando-se sempre diferenças entre pais e filhos. Mas as diferenças que servem para a conservação da raça acabam por prevalecer e converter-se em caracteres fixos. Desta forma, depois de um numero elevado de gerações, poderia surgir uma espécie distinta e primitiva. Desta maneira não só se explicaria a origem das espécies como também o seu progresso gradual”.
Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 3, páginas 441/445.