BANDEIRIANA
Se
terminou tua aventura humana,
teu
legado subsiste, onde aprendia
eu,
aluno canhestro, a cotidiana,
e
fraterna lição de poesia.
Teu
verso brilha como a luz que emana
da
grande fonte geratriz do dia,
e me
vem, força amável, sobre-humana,
estrela
de tua órbita vadia.
Estrela
que brilhaste a vida inteira,
no ceu deixaste luminosa esteira;
meu
verso, escuro beco em que definho.
Soletro
em vão o teu abecedário.
De
Pasárgada o longo itinerário
sigo
aos tropeços sem achar caminho.
Antônio
Geraldo
A
Academia Goiana de Letras, no dia 5 de janeiro do presente ano,
perdeu uma das vozes poéticas mais respeitadas em Goiás e no
Brasil. Antônio Geraldo Ramos Jubé, que em 11 de agosto de 2008,
nas páginas desse Suplemento Literário, concedeu sua última
entrevista ao acadêmico Coelho Vaz.
Nasceu
na cidade de Goiás, no dia 29 de janeiro de 1927, filho de Antônio
Benedito Ramos Jubé e de Maria Izabel da Veiga Jubé.
Fez
o curso primário em sua terra natal e transferindo residência para
Goiânia, concluiu o secundário no Liceu. Bacharelou-se em... Leia
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