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terça-feira, 29 de abril de 2014

Aquela Noite.


AQUELA NOITE

Aquela noite da maior ventura,
Em que trêmula deste-me a beijar.
Os mornos lábios teus de voragem pura,
Vivo a lembrar.

Nenhuma estrela conseguiu luzir,
Naquela noite tenebrosa e fria.
Porém do nosso amor a refletir,
A chama ardia.

A flor que com fervor que não se doma,
Tu beijaste e me deste de amor louca.
Murcha hoje está, mas guarda ainda o aroma,
Da tua boca.

Noite de amor, de anseio e de pecado,
Que outra, nós não teremos igual.
Na qual vimos enfim concretizado,
Nosso ideal. 

R.S. Furtado 

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domingo, 26 de julho de 2009

Aquela noite.

AQUELA NOITE
http://www.overmundo.com.br/_banco/multiplas/1207078228_pic003svf.jpg

Aquela noite da maior ventura,
Em que trêmula deste-me a beijar.
Os mornos lábios teus de voragem pura,
Vivo a lembrar.

Nenhuma estrela conseguiu luzir,
Naquela noite tenebrosa e fria.
Porém do nosso amor a refletir,
A chama ardia.

A flor que com fervor que não se doma,
Tu beijaste e me deste de amor louca.
Murcha hoje está, mas guarda ainda o aroma,
Da tua boca.

Noite de amor, de anseio e de pecado,
Que outra, nós não teremos igual.
Na qual vimos enfim concretizado,
Nosso ideal.

R.S. Furtado.