OS
FANTOCHES
O
fantoche obedece cegamente
ao
comando do manipulador:
um
tempo de sorrir e estar contente,
um
tempo de chorar e sentir dor.
Mas,
a face não muda. A gente sente
olhando
em seu olhar, seja o que for
de
morte e solidão, a inconsistente
vida
a que uma outra vida dá calor.
O
homem dos fantoches é um sucesso:
“Distinto
público, eu agora peço...
(Silent uivando Patuleia).
A
lágrima e o sorriso controlados
nos
cordéis habilmente disfarçados.
(Os
fantoches no palco ou na platéia?)
Deífilo
Gurgel
Deífilo Gurgel (Areia Branca-RN, 22 de outubro de 1926 – N
atal-RN, 6 de fevereiro de 2012, foi um advogado, professor universitário, administrador público, antropólogo, folclorista, poeta e historiador brasileiro. Deífilo Gurgel, que presidiu a Comissão Norte-Rio-Grandense de Folclore, foi professor da disciplina “Folclore Brasileiro”, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, tendo levado um número significativo de alunos para encontros de pesquisa com Câmara Cascudo, quando este, na época, era o mais citado, em trabalhos... Leia mais aqui:
atal-RN, 6 de fevereiro de 2012, foi um advogado, professor universitário, administrador público, antropólogo, folclorista, poeta e historiador brasileiro. Deífilo Gurgel, que presidiu a Comissão Norte-Rio-Grandense de Folclore, foi professor da disciplina “Folclore Brasileiro”, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, tendo levado um número significativo de alunos para encontros de pesquisa com Câmara Cascudo, quando este, na época, era o mais citado, em trabalhos... Leia mais aqui:

