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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cortesia magnânima.


CORTESIA MAGNÂNIMA 

CONTA Harry Tippett um incidente comovedor ocorrido na célebre Penitenciária de S. Quentin, nos Estados Unidos: “O diretor da Penitenciária, Clinton T. Duffy, em seu livro San Quentin Story, refere-se a uma ocasião em que se achava na sala de visitas observando uma atraente e jovem esposa a conversar com seu marido preso. Trazia ela nos braços uma linda criança de uns quatro meses de idade. O pai estava preso fazia sete meses, e através da grade contemplava sua pequenina família com um olhar de ansiedade e solidão. 

– Creio que o senhor nunca segurou nos braços essa criança, não? Perguntou Duffy. 

– Não senhor, respondeu o sentenciado. 

Para assombro do guarda que ali se achava, pois que isto era contrário aos regulamentos da prisão, o diretor disse ao jovem pai: 

– Pode tomá-la nos braços! 

O guarda abriu a porta da cela, o preso tomou a filhinha nos braços e apertou a face contra aqueles sedosos cachos de cabalo. Depois de uns momentos de silêncio, lágrimas começaram a deslizar pelas faces do jovem pai. E então sorriu... 

Ao devolver a filha à esposa, uma expressão de nova resolução lhe assomou à fisionomia – evidência, para o diretor, de que depois de cumprir o prazo de sua sentença, voltaria a ser um homem honrado. 

“Termina o autor a história com a observação de que há ocasiões em que é melhor quebrar um regulamento do que um coração!” 

Fonte: A Excelência das Boas Maneiras, página 170. 

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