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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Ósculos.


ÓSCULOS

Quando estamos na quadra da inocência,
Temos um beijo de supremo bem.
Beijo de amor, de zelo e de carícias,
- O beijo santo de mãe.

Quando estamos na quadra florescente,
Da juventude alegre e alvoroçada.
Temos na boca, sôfrego e ardente,
- O beijo da noiva amada.

Quando temos o sonho realizado,
E, a vida se completa venturosa.
Temos por prêmio, então,
- O beijo da terna esposa.

Depois vem meigamente à nossa frente,
Qual estrela puríssima que brilha,
Ao vir da noite em límpido horizonte,
- O casto beijo da filha.

R.S. Furtado


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ósculos.

 

BEIJOS

Quando estamos na quadra da inocência,
Temos um beijo de supremo bem.
Beijo de amor, de zelo e de clemência,
- O beijo santo de MÃE.

Quando estamos na quadra florescente,
Da juventude alegre e alvoroçada.
Temos na boca, sôfrego e ardente,
- O beijo da NOIVA amada.

Quando temos o sonho realizado,
E, a vida se completa venturosa.
Temos por prêmio então glorificado,
- O beijo da terna ESPOSA.

Depois vem meigamente à nossa frente,
Qual estrela puríssima que brilha.
Ao vir da noite de límpido horizonte,
- O beijo casto da FILHA.

Por fim, sentimos confortadamente,
Quando nossa alma busca em certa noite.
Que as pálpebras nos fecha eternamente,
- O frio beijo da MORTE

R.S. Furtado 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ósculos.


Beijos

Quando estamos na quadra da inocência,
Temos um beijo de supremo bem.
Beijo de amor, de zelo e de carícias,
- O beijo santo de mãe.

Quando estamos na quadra florescente,
Da juventude alegre e alvoroçada.
Temos na boca, sôfrego e ardente,
- O beijo da noiva amada.

Quando temos o sonho realizado,
E, a vida se completa venturosa.
Temos por prêmio, então,
- O beijo da terna esposa.

Depois vem meigamente à nossa frente,
Qual estrela puríssima que brilha,
Ao vir da noite em límpido horizonte,
- O casto beijo da filha.

Por fim, sentimos conformadamente,
Quando nossa alma busca em certa noite.
Que as pálpebras nos fecha eternamente,
- O frio beijo da morte.

R.S. Furtado

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quarta-feira, 31 de março de 2010

Ósculos.

http://sadchield.blogs.sapo.pt/arquivo/beijo_apaixonado.jpg

Beijos

Quando estamos na quadra da inocência,
Temos um beijo de supremo bem.
Beijo de amor, de zelo e de carícias,
- O beijo santo de mãe.

Quando estamos na quadra florescente,
Da juventude alegre e alvoroçada.
Temos na boca, sôfrego e ardente,
- O beijo da noiva amada.

Quando temos o sonho realizado,
E, a vida se completa venturosa.
Temos por prêmio, então,
- O beijo da terna esposa.

Depois vem meigamente à nossa frente,
Qual estrela puríssima que brilha,
Ao vir da noite em límpido horizonte,
- O casto beijo da filha.

Por fim, sentimos conformadamente,
Quando nossa alma busca em certa noite.
Que as pálpebras nos fecha eternamente,
- O frio beijo da morte.

R.S. Furtado.