O
JOGADOR PROFISSIONAL
Vivia
um homem, exclusivamente,
Nas
baixas tavolagens da cidade.
Com
muita “sorte” e muita habilidade,
Aplicando
a batata à incauta gente.
Sempre
a bancar com pose dignidade,
Com
os dedos cheios de metal confete.
Desfrutava
o viver fantasiosamente,
A
custa de bolas sem piedade.
Mas
um dia, boas surpresas o fizeram,
Profetizar
para a torpe jogatina.
“E
como vencer a vida sem saber”.
Mais
na frente procura a solução,
-Para
o trabalho é que ele não atina-
Sorriso
esboça, achou, sendo ladrão.
R.S.
Furtado.
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