quarta-feira, 5 de junho de 2013

A Lei Das Doze Tábus



A LEI DAS DOZE TÁBUAS

451 – É publicado pelos decênviros, o primeiro monumento da prosa romana, denominado: A Lei das Doze Tábuas, de cuja fonte os romanos extraíram todos os princípios do seu Direito público e privado, e que se constituía do seguinte:

1º) Dos processos;
2º) Dos roubos e latrocínios;
3º) Dos empréstimos e ações dos credores contra os devedores;
4º) Dos direitos dos pais de famílias;
5º) Do modo de suceder e das tutelas;
6º) Do direito de propriedade e sucessão;
7º) Dos delitos e danos causados a outro;
8º) Da propriedade campestre;
9º) Do direito comum do povo;
10º) Dos funerais e formalidades relativas ao falecimento das pessoas;
11º) De tudo o concernente ao culto dos deuses e à religião;
12º) Dos casamentos e dos direitos dos casados.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 26.

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Tarde a pino



TARDE A PINO

Um céu aberto
em que brilha uma enorme bola
pintada de amarelo
e donde caem
pequenos pássaros
de limpos tons quentes
que sonoros vão poisar
nas várias mulembas que
uma qualquer
mão certeira
estrategicamente aqui colocou
neste amplo terreiro
João Melo


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sábado, 1 de junho de 2013

A Casais Monteiro


                   A CASAIS MONTEIRO, podendo servir de epitáfio

                    O que dói não é o álamo.
                   Não é a neve nem a raiz
                    da alegria apodrecendo nas colinas.
                O que dói

                    não é sequer o brilho de um pulso
                 ter cessado,
                   e a música, que trazia
                    às vezes um suspiro, outras um barco.

                  O que dói é saber.
                O que dói
                  é a pátria, que nos divide e mata
                   antes de se morrer.

                   Eugênio de Andrade


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quinta-feira, 30 de maio de 2013

O Camarim



O CAMARIM

A luz do sol afaga docemente
As bordadas cortinas de escumilha;
Penetrantes aromas de baunilha
Ondulam pelo tépido ambiente.

Sobre a estante do piano reluzente
Repousa a Norma, e ao lado uma quadrilha;
E do leito francês nas colchas brilha
De um cão de raça o olhar inteligente.

Ao pé das longas vestes, descuidadas
Dormem nos arabescos do tapete
Duas leves botinas delicadas.

Sobre a mesa emurchece um ramalhete,
E entre um leque e umas luvas perfumadas
Cintila um caprichoso bracelete.

Gonçalves Crespo.


Antonio Candido Gonçalves Crespo nasceu em 11 de março de 1846 nas cercanias do Rio de Janeiro, mas aos 14 anos, por motivo de saúde, foi enviado para Portugal. Lá esteve no Porto e em Braga, e formou-se pela Universidade de Coimbra. Casando-se, fez carreira no jornalismo e na política: elegeu-se deputado por Goa, e reelegeu-se para 1882-1884. Sócio da Academia Real de Ciências de Lisboa, faleceu em 11 de junho de 1883.

No próprio frontispício de seu livro de estréia, Miniaturas, impresso em Coimbra, Gonçalves Crespo acentuava sua condição brasiliense, ao colocar debaixo do seu nome a indicação: “natural do Rio de Janeiro”. Isso e mais as reminiscências locais que lhe colorem a poesia, de modo intenso e real, permitem situá-lo como poeta brasileiro: “talentoso patrício nosso” chamava-o Machado de Assis. Como, apesar disso, ele se radicou em Portugal, onde se casou com a escritora D. Maria Amália Vaz de Carvalho e onde fez carreira política, figura também na literatura portuguesa, em curioso caso de dupla nacionalidade literária.

Fonte: “Poesia Parnasiana” Antologia – Edições Melhoramentos – 1967.

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Amor! Sentimento da salvação do mundo.




AMOR! O sentimento da salvação do mundo.

Eu amo e amarei o meu próximo
Tu amas e amarás o teu próximo
Ele (a) ama e amará o seu próximo
Nós amamos e amaremos os nossos próximos
Vós amais e amareis os vossos próximos
Eles (as) amam e amarão os seus próximos

Que bom seria se todos nós, independentemente de cor, raça, sexo, classe social, ideologia, religião, etc, a partir deste momento, e seguindo rigorosamente os ditames do coração, conjugássemos este maravilhoso verbo nos tempos presente e futuro do modo indicativo. Com certeza teríamos um mundo bem mais justo, digno, feliz e, consequentemente, muito mais bonito. Amor! Sentimento tão lindo e tão importante que somente dignifica, faz bem à saúde e, o que é melhor, não custa nada.



Meus queridos amigos!



Depois de um breve período afastado para tratamento de saúde, aqui estou de volta para me deliciar com este maravilhoso convívio de vocês, agradecendo pelas honrosas visitas com tão amáveis comentários, prometendo retribuí-las na medida do possível.



Gostaria muito de poder continuar contando com as valiosas e costumeiras atenção e compreensão de todos.



Muito obrigado de coração.

QUE DEUS SEJA LOUVADO!



Rosemildo Sales Furtado

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