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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Vacina contra varíola.


VACINA CONTRA VARÍOLA 

1796 – (1.º de julho) Edward Jenner descobre a vacina contra a varíola. É natural de Glancestershire (Inglaterra) (1749-1823). Diplomou-se em Medicina em Londres. Em maio de 1796 Jenner viu a mão de Sarah Nelmes – uma vendedora de leite, que aparecera com pústulas no pulso, no dedo indicador e na base do polegar, apanhadas duma vaca infectada. A 1.º de maio de 1796 Jenner recolheu a matéria dessas pústulas e inoculou-a no braço de um menino, James Phipps, através de duas incisões superficiais. No sétimo dia, James apareceu com os gânglios das axilas enfartados e uma erupção no local das incisões – restabelecendo-se em seguida. A 1.º de julho do mesmo ano Janner inoculou na pele do mesmo James Phipps a matéria infecciosa extraída da pústula dum doente de varíola e nenhuma doença se manifestou. Alguns meses mais tarde, o menino foi novamente inoculado com a matéria variolosa, sem que nenhum efeito sensível se produzisse em sua constituição. Eis aí, em poucas palavras, toda a contribuição de Jenner para a medicina moderna.
Edward Jenner

Era uso comum no Oriente as pessoas sãs se deixarem infetar propositadamente por um doente de varíola, quando esta aparecia de forma benigna, a fim de evitar um contágio futuro de caráter maligno; essa prática introduziu-se na Europa, no século dezoito. Em 1796 o médico Jenner descobriu, portanto, um método mais seguro de proteção: há, nas vacas, uma doença semelhante à varíola, e Jenner verificou que, se uma pessoa fosse inoculada com o vírus das pústulas das vacas, contraia a moléstia sob forma relativamente inofensiva, que não era contagiosa e que a deixava imune contra a varíola. Aparentemente, as duas enfermidades – a da vaca e a do homem – são devidas a germes de diferentes virulências; tal é o princípio da vacina (a palavra vem do latim vaccina, que quer dizer 'de vaca'), tal como vigora hoje em dia”.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 02, páginas 287/288.

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terça-feira, 2 de julho de 2013

Os treze sintomas das doenças mentais.



OS TREZE SINTOMAS DAS DOENÇAS MENTAIS 

1952 – Divulgan-se os treze sintomas das doenças mentais – A Comissão de Releções Públicas, em Nova Iorque, distribuiu um panfleto, esclarecendo:

Um indivíduo que apresente os seguintes sintomas durante certo tempo, necessita, sem a menor dúvida, de cuidados psiquiátricos:”

1.º) Viver num mundo à parte, recusando-se a enfrentar os seus problemas.

2.º) Ter a ilusão de que todos o perseguem.

3.º) Considerar-se incapaz.

4.º) Sofrer agonias ao ter de tomar uma decisão.

5.º) Apresentar atitudes que oscilam como um pêndulo entre a alegria e a depressão.

6.º) Insistir em que está doente, embora os exames médicos não revelem qualquer alteração física.

7.º) Não dormir sem remédios.

8.º) Ser excessivamente irritável, e dado a explosões temperamentais.

9.º) Perder o interesse em sua aparência, em seu trabalho, em sua família.

10.º) Falar nervosamente, pulando de um assunto para outro.

11.º) Gastar mais do que pode.

12.º) Sentir-se oprimido por receios infundados.

13.º) Ouvir ou ver coisas fantásticas.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 5, páginas 818/819. 

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sábado, 17 de março de 2012

Generalização do fumo na Europa.


GENERALIZAÇÃO DO FUMO NA EUROPA 

1560 – Generaliza-se o uso do fumo na Europa. Essa erva, até então desconhecida ali, foi descoberta por Cristóvão Colombo, na Ilha de Tobago. Os índios as utilizavam em seus cachimbos. Levado à Europa foi usado como rapé, em pílulas, tisanas e emplastros. Somente em 1560, porém, é que seu uso se generalizou como vício para os fumantes. João Nicot, embaixador do rei Francisco II, da França, junto à corte de Portugal, enviou a Catarina de Médicis alguns saquinhos de fumo seco, em pó. Ela aspirou-o como rapé, curando-se de uma dor de cabeça permanente. Desde aí seu uso se estendeu, primeiro entre os nobres e por fim entre o povo. 

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 122/123.

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Circulação do sangue no pulmão.


A CIRCULAÇÃO DO SANGUE NO PULMÃO 

1537Miguel Servet descobre a circulação do sangue, no pulmão, de que deixa uma descrição muito precisa, cuja particularidade da Medicina somente é aperfeiçoada um século depois, por William Harwey. Também revela o papel da respiração na transformação do sangue venoso em arterial. Esclareceu a ação das válvulas cardíacas, nos movimentos de sístole e diástole. Supõe, entretanto, erradamente, aparecerem após o parto, não existindo na vida fetal. Médico e teólogo espanhol, Miguel Servet nasceu em Vilanova de Sixena (Lérida) em 1511 e morreu nas fogueiras da Inquisição, perto de Genebra, em 1533. 

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 116. 

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sábado, 19 de novembro de 2011

Princípios da Atração e Repulsão.


PRICÍPIOS DA ATRAÇÃO E REPULSÃO 

250 a.C.Empédocles é filósofo grego e natural de Agrigento. Atribui a formação dos mundos aos princípios físicos da Atração e Repulsão. Denomina-os Amor e Ódio. Um une os elementos e o outro separa-os. “A luta e o concurso de ambas dão origem e fim a todas as especificações naturais, compreendidos os seres orgânicos, cujo nascimento é uma composição de elementos e cuja morte é uma dissociação destes” 

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 50. 

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sábado, 12 de novembro de 2011

A Teoria de Aristarco de Samos.


A TEORIA DE ARISTARCO DE SAMOS 

250 a.C. – Nasce a primeira teoria de que a Terra se move sobre seu eixo e em redor do Sol. Quem a emite é Aristarco de Samos, célebre astrônomo grego. Viveu entre 320 q 264 antes de Cristo. Sabe-se que por volta de 250 estabeleceu sua teoria, de que goza justa fama, por ter sido o primeiro a enunciá-la. Somente dois homens a consignaram em suas obras – Aristóteles, em “Arenário” e um escritor francês, chamado Fortian, por volta de 1823. O certo é que Aristarco não pode desenvolver a sua teoria como seria do seu desejo. É que em virtude dessa doutrina, Cleanto, o estóico, pretendeu lançar sobre seu autor a acusação de impiedade, por haver perturbado o repouso da deusa Vesta. Temendo ser apontado aos juízes, nas mãos dos quais seria fatalmente condenado à morte, calou-se, pois até então se cria que a Terra fosse o centro do Universo. Aristarco de Samos também inventou um método engenhoso para calcular as distâncias relativas da Terra ao Sol e à Lua. 

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 51/52. 

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domingo, 6 de novembro de 2011

Criação da Homeopatia.

 Samuel Hahnemann

CRIAÇÃO DA HOMEOPATIA 

1820Samuel Hahnemann cria a Homeopatia. Médico alemão, nasceu a 10 de abril de 1755, na Saxônia. Faleceu a 2 de julho de 1843. Em 1790, traduzindo a Matéria Médica de Crellem, ficou impressionado pala descrição das propriedades do quinino. Estudando-as minuciosamente e experimentando-as em si mesmo, percebeu que esta droga desencadeava nele crises febris, idênticas àquelas que são habitualmente tratadas e curadas pelo quinino. Renovou com afinco as experiências com o quinino e estendeu-as ao mercúrio, à beladona e ao digital, comprovando a antiga lei de semelhança: “as substâncias que provocam determinadas anomalias, servem para curar anomalias semelhantes às provocadas”. Descobrindo o poder dos remédios diluídos, funda a Homeopatia

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 2, páginas 341/342. 

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Primeiro Teórico Musical.


PRIMEIRO TEÓRICO MUSICAL 

2500 – Surge o Primeiro Teórico Musical do MundoLing-Lun é o primeiro teórico musical que se conhece no mundo. Ele estabeleceu como base da música o sistema de cinco tons distintos, chamado escala pentatônica. É sumamente interessante ver como esta doutrina musical domina não somente a quase todos os povos asiáticos e alguns primitivos europeus, como a muitos grupos de indígenas africanos e americanos. Também chamam a atenção os nomes simbólicos que o sábio Ling-Lun deu as cinco notas, relacionando cada uma com uma classe social: Kong, a primeira e mais alta nota simbólica, o imperador; Chang, a segunda, significa ministro; Kio, a terceira, leva o sentido de população urbana; Tchi, a quarta, expressa os serviços públicos; e, finalmente, Yu, a última e mais baixa nota, representa os camponeses. Daqui se depreende que a escala chinesa é contrária a nossa, o que vale dizer, descendente. Pois também existia na china outro sistema tonal, posterior ao pentatônico e sumamente complicado; parece que nele já apareciam os doze semitons da nossa música. Por tudo isso e pelos raros documentos que nos legaram sobre os instrumentos chineses, tão desencontradas quão tristes e solenes, nada sabemos de sua música propriamente dita, que fez parte muito essencial de sua vasta civilização. 

Nota: Este trabalho é o resultado de uma pesquisa realizada pelo ilustre professor Elias Barreto e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 01, página 11.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A descoberta do Havaí.



A DESCOBERTA DO HAVAÍ
1778James Cook, navegador inglês, descobre o Havaí, ilhas do Oceano Pacífico, que também são conhecidas por Sandwich. Esse grande navegador inglês nasceu em Marton, Condado de York, em 27 de outubro de 1728. Ingressou na Marinha em 1755. Em 1759 iniciou explorações no Rio São Lourenço, bem como nas costas de Labrador e de Terra Nova. De regresso a Inglaterra depois de explorar as costas da Nova Zelândia, Austrália e Nova Guiné, em 1772 partiu novamente para pesquisar a extensão de um provável continente antártico. Contornou no comando das naus “Resoultion” e “Adventure”, a Região Antártica, desde Nova Zelândia até o cabo Horn. Descobriu, daí, a Nova Geórgia, as Ilhas Salomão e a Nova Caledônia. Recebeu a medalha de ouro Copley da Real Sociedade, pelas precauções tomadas no sentido de prevenir o escorbuto e a febre entre os membros da expedição. Em 1776 partiu à procura de uma passagem do Norte Pacífico para o Atlântico. Realizou, ainda, extensas explorações na costa noroeste da América. Foi morto pelos nativos do Havaí em 14 de fevereiro de 1779. 

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 2, páginas 247/248. 

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Descoberta da estrutura das células.


DESCOBERTA DA ESTRUTURA DAS CÉLULAS 

1665 Robert Hooke, inglês, é o primeiro cientista a descobrir a estrutura celular dos seres vivos. – Examinou com um microscópio por ele mesmo construído, gotas de água de chuva, insetos, flocos de neve, penas, escamas de asas de lepidópteros, etc. e lâminas de cortiça, em que encontrou pequenos compartimentos capsuliformes, que comparou a favos de mel, batizando-os com o nome de “células”, sobre cujo assunto escreveu sua célebre obra ”Micrografia”

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, páginas 156/157. 

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terça-feira, 26 de julho de 2011

A velocidade do som e da luz.

Olavo Roemer

VELOCIDADE DO SOM E DA LUZ

1697 – Olavo Roemer, astrônomo e físico dinamarquês, nasceu em Aarhus em 1664 e faleceu em Copenhague em 1710, é o primeiro cientista do mundo que determina a velocidade do som, medindo o tempo decorrido entre a visão de uma explosão produzida na Praça de Grève e o momento em que aquela se ouviu em Chatllon. Mede também a velocidade da luz ao valor de 308.000 Kms por segundo. Esta cifra espanta os sábios modernos, pela sua precisão relativamente matemática, considerando-se a aparelhagem grosseira de que se utilizou. Forneceu, portanto, aos astrônomos uma unidade de medida para o Universo: o espaço que a luz percorre num ano é 60 X 60 X 24 X 365 X 300.000 Kms ao todo dez bilhões de quilômetros. A esta extensão dá-se o nome de Ano-Luz.

Esta velocidade é tão grande que um avião, viajando com tal rapidez, poderia dar a volta à Terra, pelo Equador, em menos de um sétimo de segundo, isto é, não muito mais do que o tempo gasto em um piscar de olhos. Outro fato importante observado nestas primeiras investigações, e que estava destinado a representar importante papel na teoria atômica, era a formação de espectro da cor do arco-íris quando um raio de luz branca passava através dum prisma triangular. A luz branca se dividia numa série de cores, que começava com vermelho numa extremidade. Transmudava-se gradualmente em alaranjado, amarelo, verde, azul, anilado e roxo. Esta experiência devia finalmente tornar-se a base do espectroscópio, instrumento indispensável ao químico e ao físico.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 2, página 187.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Decomposição da Matéria.

Francesco Redi

DECOMPOSIÇÃO DA MATÉRIA

1668 Francesco Redi, naturalista italiano desejando provar “se a matéria em decomposição produzia formas vivas”, teoria defendida durante séculos, destruiu-a, numa só experiência, em Toscana, quando, cobrindo carnes com gaze fina e expondo-a às moscas, notou que a carne não criou bicho, porque as moscas punham ovos na gaze.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 1, página 157.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Parasito da Esquistossomose.

Teodoro Bilharz
 
PARASITO DA ESQUISTOSSOMOSE

1851 – Identifica-se o parasito da esquistossomose. Teodoro Bilharz é o autor dessa importante descoberta. Depois de demorados estudos sobre o caramujo dos pântanos, chegou à feliz conclusão que ele é o transmissor do verme no sangue, doença que por muitos séculos vinha preocupando os povos das regiões tropicais da Europa. Em homenagem ao cientista, a referida doença passou também a chamar-se bilhazíase, Bilharz, médico e parasitologista alemão, nasceu em Sigmaringuen em 1825 e faleceu no Cairo, onde foi catedrático de Medicina, em 1862. O verme do sangue impede a ação dos intestinos, de modo que a bexiga põe-se a crescer desproporcionalmente, se não houver ação rápida e eficiente para eliminá-lo do organismo.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 3, página 425.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Causas da Febre Puerperal.

Ludwing Ignaz Philippe Semmelwis

CAUSAS DA FEBRE PUERPERAL

1847 – (maio) Descobrem-se as causas da Febre Puerperal. Ludwing Ignaz Philippe Semmelwis é médico obstrético húngaro. Serve na maternidade do Hospital Geral de Viena. Aí a Febre Puerperal mata as parturientes. Tenta descobrir a causa da terrível enfermidade. Observa que morrem mais parturientes da primeira enfermaria, onde servem estudantes de Medicina, do que as internadas na segunda enfermaria, onde são treinadas as parteiras. Verifica que os estudantes vão diretamente à enfermaria, depois que dissecam os cadáveres. Conclui que levam a infecção nas mãos. Determina que os estudantes lavem as mãos com uma solução antisséptica e cortem as unhas com uma tesoura, antes de tocarem nas parturientes. Dois meses depois, a taxa de mortalidade cai para a décima parte do que era, prova irrefutável da hipótese do médico, que, dessa forma, salvou milhares de vidas.

Nota: Este trabalho é o resultado de pesquisas realizadas pelo ilustre professor Elias Barreto, e publicado pela Enciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas, edição de 1967, volume 3, páginas 414/417.