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quinta-feira, 8 de março de 2012

Declaração.


DECLARAÇÃO 

As aves, como voam livremente 
num voar de desafio! 
Eu te escrevo, meu amor, 
num escrever de libertação. 

Tantas, tantas coisas comigo 
adentro do coração 
que só escrevendo as liberto 
destas grades sem limitação. 
Que não se frustre o sentimento 
de o guardar em segredo 
como liones, correm as águas do rio! 
corram límpidos amores sem medo. 

Ei-lo que to apresento 
puro e simples - o amor 
que vive e cresce ao momento 
em que fecunda cada flor. 

O meu escrever-te é 
realização de cada instante 
germine a semente, e rompa o fruto 
da Mãe-Terra fertilizante. 

António Jacinto 


Leia mais um belo poema e a biografia do autor aqui. 

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