domingo, 21 de dezembro de 2008

Engodo

ENGODO

Desmoronou-se o engodo governista,
Do sucessor legal do tal fulano.
Que com aquela história reformista,
Tal qual aquele não passou de insano.

Outro não quis nas praias que tirano,
Que a pequenada nos enchesse a vista.
Nem quis também achando ser humano,
Que nenhum galo espatifasse a crista.

Ao primeiro igualou sendo segundo;
Rolou no lodo o ideal do comunismo,
Até cair de pupo lá no fundo.

Mas quando preta, a coisa se tornou,
Mandou as favas todo o reformismo,
E no Uruguai blefando se enfurnou.

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